Elefante

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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Homem morre no Zimbábue ao ser pisoteado por dois elefantes

Um homem do Zimbábue morreu ao ser pisoteado por dois elefantes depois que uma manada entrou na localidade de Chibanda, no nordeste do país, informou neste domingo a imprensa local.
"Pelo visto, o homem andava na sexta-feira passada à tarde desde o Centro de Negócios de Chakoma, perto do povoado, quando um par de animais, de um grupo de 19, o pisotearam e mataram", disse a porta-voz de Parques Nacionais do Zimbábue, Caroline Washaya-Moyo, ao jornal zimbabuano "Sunday Mail".
Segundo a mesma fonte, soldados dos Parques Nacionais do Zimbábue dispararam e mataram os dois elefantes.
"Um grupo de dez guardas foi enviado imediatamente à região e guiaram os elefantes para sair do povoado", acrescentou Caroline.
Os encontros entre seres humanos e animais selvagens é especialmente comum no norte do Zimbábue, onde manadas de elefantes deambulam livremente por todo o Vale do Zambeze.

O que eu elefante pode fazer

Fonte: pbagora

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Elefante fere 24 durante procissão religiosa (Índia)

O elefante, de nome Kalidasan, participava num festival conhecido como Thrissur Pooram quando, de um momento para o outro, começou a ficar hostil e incontrolável. Foram precisos cerca de 15 minutos até ser possível controlar o animal.O festival de Thrissur Pooram, que este ano teve lugar na última terça-feira, realiza-se há mais de dois séculos e é considerado o maior festival do sul da Índia.
Os elefantes são a principal atracção desta festividade, que chega a juntar quase 50 animais que percorrem a cidade de Thrissur ornamentados com flores.
Fonte: Correio da Manha

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Elefantes aterrorizam povoações em Moçambique

MAPUTO — Manadas de elefantes furiosos estão aterrorizando vários povoados de Moçambique perto da fronteira com o Zimbábue (sul da África), atacando a população, devastando as colheitas e semeando o pânico entre os estudantes, denunciou nesta quarta-feira o jornal estatal Noticias.


«Estamos a recorrer a métodos tradicionais para tentar afugentar os animais, mas em vão, porque quando o fazemos estes monstros desaparecem por poucos dias e quando voltam não nos deixam em paz», disse ao jornal um agricultor dos arredores, Joseph Maithe. «Parece que voltaram em busca de vingança», acrescentou.
Os moradores de Mucumbura queixam-se que vivem em estado de sítio devido aos elefantes, que danificam as suas plantações, indica o jornal.
Revelam que as crianças da zona rural vivem aterrorizadas porque no caminho para a escola temem cruzar com os animais, que recentemente passaram por cima de um professor, deixando-o ferido.
Segundo as autoridades, entre as soluções possíveis ao conflito entre humanos e elefantes figura a criação de uma reserva na região, afastando os agricultores das rotas migratórias dos elefantes e instalando água potável para que as pessoas não tenham que partilhar os seus pontos de abastecimento de água com os animais.
«O governo não pode matar os animais porque criaria um desequilíbrio no ecossistema», explicou o governador da província Alberto Vaquina.
Boa parte da fauna de Moçambique foi dizimada durante a brutal guerra civil que terminou há duas décadas após 16 anos de conflito. Recentemente, o governo tem tentado recompor as espécies afectadas na esperança de impulsionar o turismo.

Fonte: Diário Digital

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Bebé elefante morre durante exame antes de cirurgia inédita

Elefantes do zoológico Hellabrunn se despedem da pequena Lola, que não aguentou uma doença cardíaca e morreu durante um exame
A pequena elefanta Lola, de apenas três meses de idade, morreu no último dia 21 no zoológico de Hellabrunn, em Munique, na Alemanha. De acordo com o zoo, o animal sofreu uma embolia pulmonar e morreu sob o efeito de anestesia, durante um exame. Após a confirmação da morte de Lola, seu corpo foi levado ao grupo de elefantes do zoológico, para que eles e especialmente a mãe, Panang, pudessem se despedir do filhote.

Desde o Natal, o bebé elefante realizou uma série de exames médicos. Primeiro, precisou passar por um tratamento para curar uma pneumonia. Em seguida, uma inflamação no estômago afectou ainda mais a frágil saúde do filhote. Até que cerca de 10 dias atrás uma ecografia diagnosticou um problema cardíaco em Lola. 

Uma equipa especializada foi montada às pressas para realizar a cirurgia cardíaca - uma operação nunca feita antes no mundo inteiro. A intervenção cirúrgica inédita iria acontecer no próprio zoo de Hellabrunn, na manhã do dia 21 de janeiro, mas a equipe médica do Hospital Universitário de Großhadern, decidiu que antes da operação seria preciso uma tomografia computadorizada, para obter dados mais precisos sobre o caso de Lola.

Em função do exame, Lola foi levada com todos os cuidados necessários até o hospital. Contudo, durante o exame, a pequena elefanta acabou morrendo, apesar das tentativas de reanimá-la.
O diretor do zoológico e veterinário Andreas Knieriem afirmou que, considerando a patologia de Lola, foi um milagre ela ter vivido tanto. "Suas artérias estavam bloqueadas de modo que o sangue não podia fluir mais até seus pulmões", declarou.

Fonte: noticias.terra

Elefante de Sumatra corre risco crítico de extinção

O elefante de Sumatra, originário na Indonésia, está em risco de desaparecer em menos de 30 anos, fez saber a organização ambiental, WWF.

O nível de risco do elefante de Sumatra foi aumentado por aquela organização de «em perigo de extinção» para «criticamente em perigo de extinção».

Os ambientalistas argumentam que numa geração quase 70 por cento habitat natural e metade da população existente de elefantes de Sumatra desapareceram.

Em 1985 existiam cerca de 5000 animais desta espécie em estado selvagem, números que desceram cerca de 50 por cento nos dias de hoje. A WWF estima que existam entre 2400 a 2800 elefantes de Sumatra.

Na Indonésia a destruição do habitat natural já acelerou a extinção dos tigres de Bali e de Java. Em risco de extinção estão ainda o rinoceronte de Java e o tigre de Sumatra.

 Fonte: A Bola

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Elefante da Sumatra pode extinguir-se em 30 anos

Desde 1985 a população diminuiu 50 por cento devido à desflorestação.


O elefante da Sumatra (E. m. sumatrensis) corre perigo de extinção. Segundo anuncia o Fundo Mundial para a Natureza (World Wide Fund for Nature - WWF), nas próximas três décadas este animal, subespécie do elefante-asiático, poderá desaparecer devido à destruição de 70 por cento do seu habitat. A espécie estava classificada como ‘ameaçada’, estando agora no estado de ‘gravemente ameaçada’.

Estima-se que existam apenas 2400 a 2800 animais em estado selvagem, uma redução de 50 por cento desde 1985.


De acordo com a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), “apesar de a espécie estar protegida na lei indonésia, 85 por cento do seu habitatencontra-se fora das áreas protegidas”, ou seja, são áreas “que podem ser convertidas para a prática de agricultura ou para outros propósitos”.
O elefante junta-se a uma lista crescente de espécies que estão em perigo de extinção na Indonésia, como o orangotango da Sumatra, o de Java e os rinocerontes e o tigre da Sumatra, explica Carlos Drews, director do Programa Global de Espécies da WWF.
A ilha da Sumatra mantém algumas das populações mais importantes do elefante asiático fora da Índia e do Sri Lanka. No entanto, a ilha sofreu a taxa de desflorestação mais rápida da zona, devido às indústrias de celulose, papel e às plantações de dendezeiro (palmeira-do-azeite). Mais de dois terços de floresta desapareceram nos últimos 25 anos.

A WWF apela ao governo indonésio para que este proíba todas as transformações de floresta que formam parte do habitat dos elefantes, até que ponha em prática uma estratégia de conservação para estes animais.

Segundo Ajay Desai, especialista desta espécie, é importante que o governo indonésio, as organizações de preservação e as empresas agro-florestais reconheçam a situação crítica dos elefantes e de outros animais selvagens da ilha e tomem medidas eficazes para a sua conservação.

 Fonte: Ciência Hoje

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Elefante volta a andar graças a pata artificial

Um elefante bebé de cinco anos recuperou a mobilidade graças à implantação de uma prótese. O animal foi apanhado por uma armadilha em 2007, o que o fez perder cerca de 20 centímetros de uma das patas. Porém, graças à persistência do Wildlife Rescue Center do Cambodja, Chhouk está novamente saudável.

Nick Marx, director do centro de resgate responsável pela recuperação do elefante, tornou-se, desde que o animal foi encontrado na selva,  sozinho e muito magoado, presença constante no seu quotidiano. Orgulhoso dos progressos de Chhouk, Marx contou ao GlobalAnimal.org que pensou "que ele não conseguisse sobreviver".

Depois de ser descoberto, o elefante bebé foi entregue aos cuidados do Phnom Tamao Wildlife Rescue Center, organização governamental, e gradualmente tratado. Marx nunca saiu do seu lado. "Estive sempre perto dele, dormi ao lado dele e alimentei-o diariamente com as minhas próprias mãos", conta.

Quando o animal começou a melhorar, Nick Marx conseguiu o apoio de profissionais de uma faculdade do Cambodja, especializada em próteses e ortopedia e com vasta experiência no tratamento de doentes que sofreram acidentes de guerra ou com minas, que se disponibilizaram a fazer parte de um grande desafio: construir uma pata artificial.

A prótese, feita de uma espécie de resina plástica, com um interior macio e um exterior muito resistente, permitiu-lhe voltar a andar. Entretanto, já precisou de ser reformulada quatro vezes, dado o crescimento rápido do elefante.

"A nova pata mudou a vida dele", confessa Nick Marx, acrescentando que Chhouk passou de "um dorminhoco cansado a um elefante cheio de vivacidade e energia, que nunca está parado".

Embora não possa regressar à selva, o elefante tem agora pela frente uma vida com qualidade no centro de resgate, onde se tornou uma inspiração e onde a sua história serve de alerta para os perigos a que estão sujeitos os animais selvagens daquela região asiática.

Linda cria
Fonte: boasnoticias.pt

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Elefantes destroem culturas no município de Buco-Zau

As famílias na sua maioria camponesa manifestaram-se desesperadas por estarem a perder as suas culturas.
A Administradora municipal do Buco-Zau Marta Lelo pediu o apoio das instâncias de direito para desenvolverem estudos capazes de afugentar os animais.
“Da nossa parte já fizemos o que devíamos fazer e esperamos que as estruturas competentes possam vir resolver no futuro essa situação porque não tem acontecido só no município de Buco-Zau, mas também no Cacongo e Belize”, salientou.
 
Fonte: Golaveto

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Mais um final feliz para um elefante

Uma fêmea de elefante com dez dias de vida, "ganhou" uma prótese. Explora agora a área onde vive com sua mãe, a fêmea Panang, no zoológico de Munique, na Alemanha. Foi a primeira aparição em público da filhote, que ainda não recebeu nome.

A história de uma cria de elefante a Mosha, de 6 anos de idade, é mais dura. Mas também teve um final feliz. Ela pisou numa mina terrestre há cinco anos na fronteira entre Tailândia.

Na foto divulgada nesta quarta-feira (9), ela aparece ganhando uma prótese para repor o membro perdido, no hospital de elefantes da província de Lampang, no norte tailandês.

Cria de 10 dias


Fonte: Terra da Gente

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Elefante mata homem no sul da China

Em Pequim, um elefante matou um camponês na Prefeitura chinesa de Xishuangbanna, informou a agência 'Xinhua'.

O falecido, Cao Xiaoer, estava no campo recolhendo ervas quando morreu, aparentemente esmagado pelo elefante, que lhe causou graves ferimentos no peito, na cabeça e nas pernas.
O ataque deve ter acontecido na sexta-feira, dia 4 de Novembro, embora o Governo local tenha confirmado a morte somente neste domingo, após uma intensa busca pelo camponês.

A região de Xishuangbanna, é o habitat de cerca de 250 elefantes em liberdade, 90% dos animais deste tipo que vivem na China, onde contam com protecção das autoridades ambientais devido a sua pouca população.

Nos últimos 20 anos se contabilizaram cerca de 140 ataques destes paquidermes aos habitantes locais, assim como a destruição de 50 mil toneladas de cereais cultivados.

Fonte: veja.abril.com.br

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Elefantes destroem campos agrícolas

As autoridades da comuna da Canjala, no Lobito, província de Benguela, estão preocupadas com a presença, na região, de manadas de elefantes, que estão a devorar as culturas e a lançar o pânico nas populações.

Em declarações à imprensa, no final da visita do administrador do Lobito, Amaro Ricardo,  Reis Eduardo informou que os elefantes estão a destruir culturas de mandioca e que pomares de mangueiras e grandes extensões de cana-de-açúcar foram destruídas, temendo-se que os animais ameacem a integridade física dos camponeses.

O administrador municipal, Amaro Ricardo, afirmou que o Executivo, através do Instituto de Defesa Florestal (IDF), está a estudar mecanismos para proteger as populações, os seus haveres e os próprios elefantes. Pediu às autoridades locais para evitarem ataques directos aos animais, sob pena de os enfurecer.

Responsáveis ligados ao estudo da fauna afirmaram que a presença dos elefantes na região se deve à procura de água. A região da Canjala é atravessada pelo rio Balombo, de caudal permanente, situação que torna a região rica de vegetação, mesmo em tempos de estiagem. 

Fonte: Jornal de Angola

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Cheias na Tailândia deixam filhotes de elefante presos numa ilha

Cheias na Tailândia fizeram com que 17 elefantes domesticados, sete dos quais com menos de 4 anos de idade, ficassem presos por vários dias numa ilha em Ayutthaya. Os filhotes eram pequenos demais para nadar e fugir da água. Os outros animais, maiores (grupo de 90) saíram do local.

A ilha tinha apenas 5 metros de largura e, como informa a britânica BBC, fica no local que abrigava um antigo santuário. Os alimentos para os jovens elefantes são levados de barco. Os vigias que cuidam dos animais preferiram deixá-los na ilha ao lado de suas mães.

Elefante brinca nas cheias
Fonte: Globo.com

Mais de uma centena de elfantes mortos na Reserva de Niassa

Pelo menos 124 elefantes foram abatidos nos últimos dois anos na Reserva do Niassa, norte de Moçambique, por caçadores furtivos, a maioria dos quais supostamente provenientes da Tanzânia.

A denúncia foi feita por populares do posto administrativo de Matondovela, distrito de Mecula, durante um comício recente orientado pelo Governador da província de Niassa, David Malizane, que teve lugar naquela região.

Segundo os residentes, só este, ano os caçadores furtivos terão abatido 52 elefantes, enquanto no último ano mataram 72.

Com este número, sobe para 124 o total de elefantes abatidos por caçadores furtivos naquela reserva em menos de dois anos, estimam os residentes de Mecula, citados hoje pelo jornal Diário de Moçambique.

Os populares daquela região confirmaram ao governador de Niassa que inúmeras vezes encontraram carcaças de animais na selva.

Fonte: Jornal de Noticias

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Elefantes destroem oitenta lavras no município do Kalai

Oitenta lavras familiares foram destruídas por elefantes no município do Kalai, província do Kuando Kubango, noticia divulgada pelo presidente da União Nacional das Associações de Camponeses de Angola (Unaca).
Segundo o presidente, as lavras destruídas são: milho, massango e massambala, produtos que fazem parte da dieta básica da população local do Kalai, próximo do rio Kubango.
De acordo com o responsável da Unaca, as lavras estão a ser destruídas também por hipopótamos, jacarés e javalis, que têm prejudicado de uma forma incalculável a produção agrícola.
A população solicita o apoio a autoridades locais para o controlo da fauna para impedir que os animais continuem a devastar as culturas, evitando que haja carência alimentar.
Este fenómeno é frequente no Kuando Kubango, sobretudo nos municípios do Dirico, Kalai e Kuangar.
Fonte: Portalangop.co.ao


domingo, 25 de setembro de 2011

Quênia transfere 200 elefantes para reserva

O governo do Quênia está a organizar uma verdadeira operação de guerra para transferir 200 elefantes para uma reserva ambiental.

Autoridades da região de Narok resolveram fazer a mudança por causa dos conflitos crescentes entre os animais e a população.
Com o crescimento do cultivo de trigo na área, o habitat dos elefantes foi reduzido e agora eles são uma ameaça para as plantações. Quando a população sai para buscar água ou alimento, os elefantes acabam destruindo ou ferindo e até matando pessoas. Uma moradora diz que eles estão sempre com medo. Segundo ela, com os elefantes por perto, as crianças às vezes não podem ir para escola e as mulheres não conseguem ir até o rio pegar água.

A autoridade ambiental pela vida selvagem no local disse que a região é a que mais regista problemas entre pessoas e animais. Um elemento da autoridade ambientalista explicou que a operação vai custar mais de 300 mil dólares.
Primeiro, helicópteros vão disparar tranquilizantes contra os elefantes. Em seguida, eles serão transportados em caminhões.
Os elefantes serão levados para a famosa reserva ambiental de Masai Mara, a 150 quilómetros de Narok.

Elefante medicado
Fonte: BBC Brasil

sábado, 24 de setembro de 2011

Doze elefantes abatidos numa semana por caçadores furtivos em Moçambique

Pelo menos 12 elefantes foram abatidos por caçadores furtivos numa semana no Parque Nacional das Quirimbas (PNQ), província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, revelou um comunicado do PNQ divulgado este sábado.

O comunicado assinalou a presença nos distritos de Ancuabe e Meluco de quatro homens, envergando uniformes militares e munidos de metralhadoras do tipo AK-47, que se dedicam ao abate de elefantes.

Segundo refere o Notícias, de Maputo, os indivíduos ameaçam matar qualquer cidadão que se recuse a colaborar com eles nas suas incursões, sobretudo no carregamento dos troféus.

Os responsáveis pelo PNQ mostram-se preocupados com a elevada prevalência abate ilegal de elefantes, e com os sofisticados recursos usados pelos caçadores furtivos, apesar de nos últimos meses terem sido efectuadas várias detenções.

No entanto, assinala o comunicado, "nenhum dos casos remetidos à Procuradoria e Tribunal na Cidade de Pemba relativos ao porte ilegal de armas e abate indiscriminado de elefantes na área do PNQ teve até aqui um desfecho satisfatório'.

O documento avança que depois de extraído por vias fraudulentas, o marfim é transportado num helicóptero cuja proveniência e chapa de matrícula não foi possível apurar, para um destino igualmente desconhecido.

As autoridades já identificaram indivíduos que se presume sejam colaboradores da quadrilha, tendo já sido destacada, para o local do abate, uma equipa de fiscais e agentes da Polícia da República de Moçambique para averiguar as circunstâncias em que se deu o abate dos animais e o transporte dos troféus.

O Parque Nacional das Quirimbas é uma área protegida que ocupa uma extensão territorial aproximada de 7500 quilómetros quadrados.

Fonte: Jornal de Noticias

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Como "exercitar" um Elefante


Já notaram que os elefantes de circo são amarrados a uma corrente presa a um pino de aço pregado no chão? Um Elefante jovem não teria nenhuma dificuldade em arrancar o pino ou em quebrar a corrente; os elefantes adultos, no entanto, nem tentam fugir.
Por que isso acontece?


Quando filhotes, os elefantes são diariamente presos a um objecto pesado por uma corrente grossa que é amarrada a uma de suas patas durante horas.

Não adianta puxarem, se debaterem, gritarem, pois não conseguem se libertar. À medida que crescem, eles aprendem que, não importa o quanto eles tentem, é impossível se libertarem. E eles acabam parando de tentar. Passam a estar mentalmente condicionados a acreditar que, quando uma corrente é amarrada a uma de suas patas, é impossível escapar, não importa a espessura ou de que modo esteja fixada ao solo. Se estiverem presos a uma corrente, estão aprisionados.

Da mesma forma, a partir do dia em que nascemos, sofremos um condicionamento.

Os nossos instintos naturais, nascemos sem nenhum conhecimento e tudo o que fazemos e pensamos é resultado do que nos transmitem os nossos “adestradores”: nossos pais, irmãos, amigos, a televisão, etc.

(…)

Pais nos dizem que “devemos olhar para as crianças, mas não devemos dar ouvidos a elas”
Professores nos dizem para falarmos “apenas quando nos dirigirem a palavra”
Amigos afirmam: “Nunca deixem um emprego seguro”
A sociedade dá-nos o alerta: “paguem suas dívidas e poupe para a aposentadoria”
A media diz-nos que não somos bons o bastante. Para sermos aceitos e felizes, temos de emagrecer, ter pele, cabelo e dentes perfeitos e cheirar bem.

As mensagens são subtis e repetitivas e acabam tornando-se parte das crenças das pessoas.
À medida que avançamos na curva de aprendizado mais acentuada em nossa vida, ouvimos dizer que não somos capazes com muito mais frequência do que o contrário.

Tal como o elefante é condicionado a acreditar que não pode escapar, facilmente nos tornamos pessoas que “não são capazes”, impedidas de alcançar o sucesso por um reiterado condicionamento negativo.

Imagine que seus hábitos e sua forma de agir na vida sejam como a água num balde.
Outras pessoas encheram o balde: pais, professores, amigos e media.

Agora imagine que cada nova habilidade e abordagem positiva que aprende é uma pedra jogada neste balde; feito isso, o que acontece? A água é deslocada.

(…)
 
Fonte: Zwela Angola (Marco Frazão)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Notícias » Ciência e Meio Ambiente » Ciência e Meio Ambiente Elefante é internado em hospital após pisar em mina terrestre

Um elefante chamado Pa Hae Po, um macho de 22 anos, está a receber tratamento no hospital de elefantes na província de Lampang, no norte da Tailândia. O animal perdeu parte da pata esquerda dianteira depois de pisar em uma mina terrestre. O acidente ocorreu perto da fronteira com Mianmar.

A instituição que recebeu Pa Hae Po é o primeiro hospital veterinário especializado em elefantes do mundo. O local, fundado e mantido por doações públicas, tem capacidade de atender até 20 paquidermes. A maioria dos animais chega ao hospital com ferimentos causados por veículos, armas de fogo ou minas terrestres.

O elefante precisa do apoio de um poste para se levantar após ter perdido parte da pata na explosão de uma mina
Fonte: Terra Brasil.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Elefante mata uma mulher e sua filha de seis anos no Zimbábue

Um elefante matou uma mulher e sua filha de seis anos na província zimbabuana de Mashonalândia Oeste, informou nesta segunda-feira o jornal estatal The Herald

Alinate Siamavhu, 38 anos, e sua filha Cholletha estavam em mudança quando foram atacadas pelo animal. "O marido ouviu-as pedir ajuda e saiu para ver o que estava passar. Encontrou a sua mulher sobre um charco de sangue, enquanto Cholletha gemia de dor com entranhas expostas".

Com este ataque, já são três as pessoas que morreram no Zimbábue em ataques de elefantes este ano. Em ocorrência disso, a polícia pediu à população local que não provoque a fauna selvagem.

Segundo dados de grupos ambientalistas, no Zimbábue vivem cerca de 35 mil elefantes.

Fonte: Terra Brasil

Mesmo que estas duas pessoas não tenham provocado o elefante, foram elas que sofreram, é por isso que a polícia pede para que a população não incomode os Elefantes.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Zimbábue planeja servir carne de elefante nas prisões do país

Elefantes no parque nacional de Hwange: nos últimos anos, o governo pediu provisões de carne do animal para alimentar soldados. As autoridades penitenciárias do Zimbábue planejam servir carne de elefante para acabar com a fome nas prisões do país. Os mais de 13 mil presos que ocupam as prisões do Zimbábue estão há quatro anos sem comer carne e se alimentam exclusivamente de feijão e repolho.

Por isso, o vice-ministro da Justiça, Obert Gutu, pensou em servir carne de elefante para enriquecer a dieta dos presos.

Em entrevista ao jornal "The Zimbabwe Independent", Gutu afirmou que a carne de elefante pode ser uma opção viável para acabar com a fome nas prisões.

"O Ministério e a Comissão Penitenciária consideram que a carne de elefante pode ser um opção. Existe o consenso de que há uma superpopulação de elefantes no país. Por que não utilizá-los para alimentar os presos?", declarou o vice-ministro da Justiça.

No entanto, grupos ambientalistas manifestaram sua oposição à medida. O director da Força-Tarefa pela Conservação no Zimbábue, Johnny Rodrigues, negou que no país haja uma superpopulação de elefantes e ressaltou que no território só restam 35 mil animais. "O Governo deveria endurecer as leis para proteger estes animais", afirmou Rodrigues ao veículo.

A carne de elefante não é consumida habitualmente no Zimbábue, mas, nos últimos dez anos, o Governo do Robert Mugabe ordenou com frequência a parques nacionais a provisão de carne desses animais e de búfalo para alimentar os soldados em grandes cerimonias, como no aniversário do presidente.

Elefantes de Zimbábue

Fonte: Último Segundo