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| Bebé mamute |
Elefante
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domingo, 1 de julho de 2012
A extinção do mamute lanoso pode mostrar o que espécies animais de hoje sofrerão
Um estudo publicado na revista Nature Communications sobre a extinção dos mamutes lanosos, como exemplo dele temos o bebé mamute congelado que é desse tipo. O estudo mostra que vários fatores causaram a extinção desse animal incrível, entre eles: “elevação das temperaturas, a mudança na vegetação e a proliferação de seres humanos.”
Fonte: postmania.org
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Os elefantes mantêm fresca temperatura corporal
Uma equipa de cientistas canadenses revelou que a lama mantém fresca a temperatura corporal dos elefantes.
Em horas do dia, estes animais têm uma temperatura elevada em quase todo o corpo, salvo no arco das costas, na qual eles vertem terra para afugentar o calor, revelaram cientistas da Universidade de Guelph.
Com ajuda de câmeras termas infra-vermelhas analisaram a esses paquidermes no parque Busch Gardens, na Flórida.
No entanto, na noite as partes do corpo mais quentes são os olhos e a trompa, porque a terra contribui a preservar o frescor.
Pesquisas prévias mostraram que os elefantes africanos perdem calor com suas orelhas, não assim os asiáticos que o fazem pela trompa
Fonte: Prensa Latina
Em horas do dia, estes animais têm uma temperatura elevada em quase todo o corpo, salvo no arco das costas, na qual eles vertem terra para afugentar o calor, revelaram cientistas da Universidade de Guelph.
Com ajuda de câmeras termas infra-vermelhas analisaram a esses paquidermes no parque Busch Gardens, na Flórida.
No entanto, na noite as partes do corpo mais quentes são os olhos e a trompa, porque a terra contribui a preservar o frescor.
Pesquisas prévias mostraram que os elefantes africanos perdem calor com suas orelhas, não assim os asiáticos que o fazem pela trompa
Fonte: Prensa Latina
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Elefante da Sumatra pode extinguir-se em 30 anos
Desde 1985 a população diminuiu 50 por cento devido à desflorestação.
O elefante da Sumatra (E. m. sumatrensis) corre perigo de extinção. Segundo anuncia o Fundo Mundial para a Natureza (World Wide Fund for Nature - WWF), nas próximas três décadas este animal, subespécie do elefante-asiático, poderá desaparecer devido à destruição de 70 por cento do seu habitat. A espécie estava classificada como ‘ameaçada’, estando agora no estado de ‘gravemente ameaçada’.
Estima-se que existam apenas 2400 a 2800 animais em estado selvagem, uma redução de 50 por cento desde 1985.
De acordo com a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), “apesar de a espécie estar protegida na lei indonésia, 85 por cento do seu habitatencontra-se fora das áreas protegidas”, ou seja, são áreas “que podem ser convertidas para a prática de agricultura ou para outros propósitos”.
O elefante junta-se a uma lista crescente de espécies que estão em perigo de extinção na Indonésia, como o orangotango da Sumatra, o de Java e os rinocerontes e o tigre da Sumatra, explica Carlos Drews, director do Programa Global de Espécies da WWF.
A ilha da Sumatra mantém algumas das populações mais importantes do elefante asiático fora da Índia e do Sri Lanka. No entanto, a ilha sofreu a taxa de desflorestação mais rápida da zona, devido às indústrias de celulose, papel e às plantações de dendezeiro (palmeira-do-azeite). Mais de dois terços de floresta desapareceram nos últimos 25 anos.
A WWF apela ao governo indonésio para que este proíba todas as transformações de floresta que formam parte do habitat dos elefantes, até que ponha em prática uma estratégia de conservação para estes animais.
Segundo Ajay Desai, especialista desta espécie, “é importante que o governo indonésio, as organizações de preservação e as empresas agro-florestais reconheçam a situação crítica dos elefantes e de outros animais selvagens da ilha e tomem medidas eficazes para a sua conservação”.
Fonte: Ciência Hoje
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Estudo liga extinção de elefantes ao surgimento do Homo sapiens
Arqueólogos da Universidade de Tel Aviv recentemente publicaram um estudo que sugere que o Homo sapiens surgiu na região chamada de Levante, no Oriente Médio, há 400 mil anos. O motivo seria o desaparecimento dos elefantes, principal fonte de alimentação para o Homo erectus.
De acordo com o arqueólogo da universidade, Ran Barkai, a extinção dos animais da região que compreende Síria, Líbano, Jordânia, Israel e os territórios palestino, levou à evolução do Homo erectus ao Homo sapiens.
"Quando os elefantes desapareceram, o Homo erectus foi obrigado a buscar outros alimentos e teve que desenvolver uma agilidade mental e instrumentos que não tinha antes", afirmou o especialista à BBC Brasil.
A região da caverna Qesem, perto da cidade de Rosh Haain, em Israel, é escavada pela equipe do departamento de Arqueologia da universidade desde 2000. O grupo já havia anunciado, em 2010, que o Homo sapiens já existia há 400 mil anos. A descoberta pode derrubar a teoria mais aceita até o momento, que diz que a espécie surgiu 200 mil anos atrás, na África.
"Desde a descoberta, há um ano, fizemos um trabalho de integração de todos os dados e chegamos à conclusão que a nutrição é a chave do enigma", disse.
Barkai explicou que o Homo erectus usava instrumentos maiores e menos sofisticados para caçar e repartir a carne dos elefantes.
"O Homo erectus comeu elefantes durante 1 milhão de anos. Instrumentos mais sofisticados e menores são associados ao Homo sapiens", afirmou, sobre os objectos encontrados nas escavações.
Fonte: /www.sidneyrezende.com
Fonte: /www.sidneyrezende.com
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Pesquisadores descobrem que elefantes também têm intuição
Os Elefantes têm boa memória e um grande senso de relacionamento social. Mas somente agora pesquisadores conseguiram comprovar que eles também são capazes de planejar acções. Um experiencia realizada no Zoológico Nacional de Washington, nos Estados Unidos, pesquisadores “apanharam” um elefante de nove anos de idade a resolver problemas. O mais impressionante é que ele fez isso sem basear-se na tentativa e erro.
Até agora, a intuição e a habilidade de perceber algo que não pode-se verificar ou que ainda não aconteceu, parece ser limitada na natureza. Apenas humanos, macacos e golfinhos demonstraram imaginar soluções para problemas, o que lhes confere um status superior na classificação de 'inteligência animal'.
A demora em reconhecer a inteligência superior dos elefantes pode ter sido causada por experiências mal formuladas no passado. Pesquisadores podem ter errado um pouco na maneira de interpretar as estratégias alheias. Na primeira situação criada para avaliar o desempenho de elefantes, por exemplo (realizada anteriormente por outros pesquisadores), a equipa deixou varas de bambu no chão para que um elefante pudesse “equipar-se” para alcançar frutas nas árvores. O animal não fez nenhuma tentativa.
Na segunda experiência, a equipa deixou frutas à vista, mas fora do alcance (como antes). Um cubo foi deixado no chão no lugar das varas. Depois de examinar a situação durante cerca de vinte minutos, o elefante aproximou-se do cubo, fez o objecto rolar e prontamente pisou sobre ele para ficar mais alto e alcançar a fruta. Nos dias seguintes, ele usou a mesma estratégia rapidamente.
A equipa acredita que o primeiro teste provavelmente não teve êxito em demonstrar o mesmo tipo de reacção, porque o elefante usa a tromba como vara (a ferramenta poderia, em outras palavras, incapacita-lo de perceber a fruta).
Pesquisadores acreditam que elefante não usa varas para alcançar frutas porque possui tromba para essa função
Um artigo sobre o trabalho foi publicado no periódico científico especializado PLoSOne.
Fonte: Veja.abril.com.br
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Câmaras escondidas revelam "vida secreta" dos mamíferos em pesquisa
Gorilas, elefantes e outros animais foram fotografados durante mais de
dois anos em um estudo pioneiro publicado nesta segunda-feira que
conseguiu produzir com 420 câmaras ocultas em diferentes habitats do
mundo 52 mil fotos que revelam a "vida secreta" dos mamíferos.
As
imagens captam os momentos mais íntimos e espontâneos dos animais, desde
um pequenino rato até um elefante africano, gorilas, pumas, tamanduás e
inclusive caçadores armados.
A análise dos dados fotográficos
ajudou os cientistas a confirmarem que a destruição do habitat tem um
impacto directo e negativo sobre a diversidade e a sobrevivência dos
mamíferos.
O estudo, dirigido pelo cientista colombiano Jorge
Ahumada, ecologista da Tropical Ecology, Assessment and Monitoring
(Team, na sigla em inglês) Network, do grupo Conservation International,
foi publicado nesta segunda-feira na revista especializada
"Philosophical Transactions", da Royal Society.
Para realizar a
pesquisa, foram colocadas 420 câmaras em áreas protegidas do Brasil,
Costa Rica, Indonésia, Laos, Suriname, Tanzânia e Uganda, sendo 60 em
cada local estudado, que permitiram documentar 105 espécies.
Após analisar as fotos feitas entre 2008 e 2010, os cientistas
classificaram os animais por espécie, tamanho corporal e dieta, entre
outras características.
Em seguida, determinaram que as áreas
protegidas de maior extensão e as regiões de selva têm uma maior
diversidade de espécies, tamanhos mais variados e animais que mantêm
dietas mais diversas (insetívoros, herbívoros, carnívoros e onívoros).
"Os resultados do estudo são importantes, já que confirmam o que já
suspeitávamos: a destruição dos habitats está matando - de forma lenta,
mas sem dúvida - a diversidade de mamíferos de nosso planeta", afirmou
Ahumada em comunicado divulgado pela organização.
O
Conservation International ressaltou que 25% do total das espécies de
mamíferos está em perigo e, por isso, a pesquisa contribui de forma
bastante significativa para o conhecimento científico a respeito de como
as ameaças locais como a caça excessiva, a conversão de terras para a
agricultura e a mudança climática afectam os mamíferos.
"O que
faz com que este estudo seja cientificamente pioneiro é que criamos pela
primeira vez informação coerente e comparável dos mamíferos em escala
global e estabelecemos assim uma linha de referência eficaz para avaliar
a mudança", explicou o comunicado.
O uso contínuo desta
metodologia permitirá comparar as transformações na natureza e tomar
medidas específicas para salvar os mamíferos.
Desde 2010,
foram instaladas câmaras em novos lugares, o que ampliou a rede de
acompanhamento a 17 pontos do Brasil, Panamá, Equador, Peru, Madagascar,
Congo, Camarões, Malásia e Índia.
"Esperamos que estes dados
contribuam para uma melhor gestão das áreas protegidas e a conservação
dos mamíferos no mundo todo", acrescentou Ahumada.
Fonte: Terra
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Sri Lanka acusado de querer fazer censo de elefantes selvagens para os domesticar II
Pelo menos 12 organizações conservacionistas no
Sri Lanka vão boicotar o primeiro censo de elefantes selvagens do país,
depois de um ministro ter dito que este apenas serviria para identificar
animais para serem usados nos templos.
Terça-feira, a dias do arranque do censo, 12
organizações privadas de vida selvagem retiraram os seus cem voluntários
do terreno, um pouco por todo o país.
O ministro da Vida Selvagem, S. M. Chandrasena disse aos jornalistas esta segunda-feira que a informação obtida com o censo ajudaria a identificar os melhores elefantes para serem domesticados e enviados para os templos budistas para serem usados em cerimónias, de acordo com o jornal “Daily Mirror”, sediado em Colombo.
As organizações de conservação dizem-se indignadas com esta estratégia de domesticação de animais selvagens. “Capturar elefantes selvagens é prejudicial para o processo natural de reprodução na natureza”, comentou o conservacionista Rukshan Jayawardene. Os voluntários só regressarão ao terreno quando o Governo do Sri Lanka garantir que os elefantes selvagens não serão capturados.
O Departamento da Conservação da Vida Selvagem já veio negar as declarações do ministro. Segundo o seu director-geral, H. D. Ratnayake, “o censo não é para capturar elefantes mas para os contar para fins de conservação”, disse à AFP.
Cerca de quatro mil pessoas devem participar neste censo, hoje e amanhã. A população destes elefantes terá caído de 12 mil em 1900 para apenas quatro mil.
O ministro da Vida Selvagem, S. M. Chandrasena disse aos jornalistas esta segunda-feira que a informação obtida com o censo ajudaria a identificar os melhores elefantes para serem domesticados e enviados para os templos budistas para serem usados em cerimónias, de acordo com o jornal “Daily Mirror”, sediado em Colombo.
As organizações de conservação dizem-se indignadas com esta estratégia de domesticação de animais selvagens. “Capturar elefantes selvagens é prejudicial para o processo natural de reprodução na natureza”, comentou o conservacionista Rukshan Jayawardene. Os voluntários só regressarão ao terreno quando o Governo do Sri Lanka garantir que os elefantes selvagens não serão capturados.
O Departamento da Conservação da Vida Selvagem já veio negar as declarações do ministro. Segundo o seu director-geral, H. D. Ratnayake, “o censo não é para capturar elefantes mas para os contar para fins de conservação”, disse à AFP.
Cerca de quatro mil pessoas devem participar neste censo, hoje e amanhã. A população destes elefantes terá caído de 12 mil em 1900 para apenas quatro mil.
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| As organizações temem que os elefantes sejam usados nas cerimónias nos templo |
Fonte: Jornal Público
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Censo dos animais selvagens no Sri Lank I
O objectivo desse censo é ajudar o
governo do Sri Lanka a formular um plano para proteger seus elefantes selvagens.
No terreno estão equipas ligadas a
órgãos de meio ambiente que iniciaram nesta quinta-feira a contagem dos animais
no Parque Nacional de Minneriya, a 200 km de Colombo.
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| Equipas responsáveis pela contagem dos elefantes |
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| Elefantes-Asiáticos |
Fonte: Globo
terça-feira, 9 de agosto de 2011
A vida social agitada dos Elefantes-Asiáticos II
Um estudo recente com Elefantes-Asiáticos mostra que a estrutura social é complexa e o comportamento dos animais varia bastante.
Como parte da sua tese de doutorado na Universidade da Pensilvânia,
Shermin de Silva e colegas acompanharam aproximadamente 300 fêmeas de
elefantes que vivem no Parque Nacional Uda Walawe, no Sri Lanka, por cerca de dois anos.
Na comunidade de elefantes estudada, um grupo de cinco elefantes
aparentou estar sempre junto, mas cerca de 16% dos elefantes mudaram
completamente os seus cinco companheiros principais durante o período de
duração do estudo.
"Se pensarmos sobre isto, a quantidade de tempo para ser dedicada aos
companheiros diminui conforme o número de amigos que ele tem", explica
Silva.
"Quanto menor o número de amigos, mais forte é a união com esses poucos", completa.
Embora cada grupo possa ter até 16 membros, a maioria dos elefantes se agrupou em três.
Além disso, alguns mantiveram os mesmos companheiros por muito tempo e outros mudaram totalmente de parceiros.
"Há
muitas variações individuais", afirmou o pesquisador. "Cada elefante é
livre para escolher seus próprios companheiros".
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| Vida Social interessante |
Fonte: Jornal Floripa.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
A vida social agitada dos Elefantes-Asiáticos I
Algumas fêmeas têm uma vida social muito agitada vivem num grandes círculos sociais, são “populares”, enquanto outras nem por isso, como não nenhum macho “lhe liga”, ficam restritas a um pequeno grupo de companheiros.
Esta conclusão é de um novo estudo, que também descobriu que existem indivíduos mais instáveis entre os elefantes, que trocam frequentemente as suas cinco companhias mais próximas.
Até então os cientistas consideravam a ideia de que os e Elefantes-Asiáticos mantinham-se em grupos pequenos e isolados. Depois de dias numa base de campo, os cientistas observaram grupos relativamente pequenos desses elefantes. Puderam ter que é possível ver que cada indivíduo tem as suas preferências.
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| Elefantes-Asiáticos |
A rede social da população como um todo parece ser contínuo ao longo das estações do ano, o que é diferente do padrão observado nos mais bem estudados Elefantes-Africanos até então, nos quais foram observadas grandes mudanças de população.
Na nova pesquisa, os cientistas colectaram dados por mais de dois anos. Sempre que se deparavam com uma manada, eles registavam os indivíduos que ela continha. Ao final do período de monitoramento, os dados de todos os animais somavam pelo menos 30 aparições de 51 elefantes. Como os Elefantes-Asiáticos machos têm um estilo de vida solitário, os pesquisadores concentraram-se nas fêmeas.
Os pesquisadores perceberam que alguns dos elefantes tinham muitas companhias, embora as relações fossem mais fortes nos grupos com menos associados. Cerca de 16% dos elefantes mudaram as suas cinco companhias ao longo do estudo.
Fonte: hypescience
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