Elefante

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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Citta a Elefante

Citta, de 33 anos, levanta a tromba em sua jaula. Citta tem sido aproveitado por funcionários do zoológico de Cracóvia, na Polônia, para prever os resultados da Eurocopa depois que ela fez a escolha certa para prever que o Chelsea venceria a Liga dos Campeões.

Citta a Elefante
Fonte: noticias.yahoo Brasil

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Elefante que toca harmónica

Um elefante no jardim zoológico Smithsonian, nos EUA, está a fazer furor porque toca harmónica com a tromba e dá música aos tratadores e às pessoas que o vão os visitar.A agência noticiosa AP revela que Shanthi, um elefante fêmea oriundo do Sri Lanka, adora tocar harmónica e fá-lo até mesmo quando nenhum humano está por perto. A tratadora de elefantes, Debbie Flickman, revelou que Shanthi mostra mais interesse pela música do que os outros animais e cria outros sons ao abanar árvores, bater as orelhas e fazer sons em repetição.

Fonte: TVI24

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Elefante fere 24 durante procissão religiosa (Índia)

O elefante, de nome Kalidasan, participava num festival conhecido como Thrissur Pooram quando, de um momento para o outro, começou a ficar hostil e incontrolável. Foram precisos cerca de 15 minutos até ser possível controlar o animal.O festival de Thrissur Pooram, que este ano teve lugar na última terça-feira, realiza-se há mais de dois séculos e é considerado o maior festival do sul da Índia.
Os elefantes são a principal atracção desta festividade, que chega a juntar quase 50 animais que percorrem a cidade de Thrissur ornamentados com flores.
Fonte: Correio da Manha

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Bebé elefante morre durante exame antes de cirurgia inédita

Elefantes do zoológico Hellabrunn se despedem da pequena Lola, que não aguentou uma doença cardíaca e morreu durante um exame
A pequena elefanta Lola, de apenas três meses de idade, morreu no último dia 21 no zoológico de Hellabrunn, em Munique, na Alemanha. De acordo com o zoo, o animal sofreu uma embolia pulmonar e morreu sob o efeito de anestesia, durante um exame. Após a confirmação da morte de Lola, seu corpo foi levado ao grupo de elefantes do zoológico, para que eles e especialmente a mãe, Panang, pudessem se despedir do filhote.

Desde o Natal, o bebé elefante realizou uma série de exames médicos. Primeiro, precisou passar por um tratamento para curar uma pneumonia. Em seguida, uma inflamação no estômago afectou ainda mais a frágil saúde do filhote. Até que cerca de 10 dias atrás uma ecografia diagnosticou um problema cardíaco em Lola. 

Uma equipa especializada foi montada às pressas para realizar a cirurgia cardíaca - uma operação nunca feita antes no mundo inteiro. A intervenção cirúrgica inédita iria acontecer no próprio zoo de Hellabrunn, na manhã do dia 21 de janeiro, mas a equipe médica do Hospital Universitário de Großhadern, decidiu que antes da operação seria preciso uma tomografia computadorizada, para obter dados mais precisos sobre o caso de Lola.

Em função do exame, Lola foi levada com todos os cuidados necessários até o hospital. Contudo, durante o exame, a pequena elefanta acabou morrendo, apesar das tentativas de reanimá-la.
O diretor do zoológico e veterinário Andreas Knieriem afirmou que, considerando a patologia de Lola, foi um milagre ela ter vivido tanto. "Suas artérias estavam bloqueadas de modo que o sangue não podia fluir mais até seus pulmões", declarou.

Fonte: noticias.terra

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Elefante ganha lente de contacto em zoológico na Holanda

Um elefante de uma espécie asiática recebeu lentes de contato para o olho esquerdo no zoológico Artis, em Amsterdão, na Holanda. O animal tem 44 anos de idade e é conhecido como Win Thida.

O paquiderme teve a córnea machucada durante uma brincadeira com outros elefantes. A veterinária Anne-Marie Verbruggen foi a responsável por colocar a lente corretora no mamífero. A operação durou uma hora.

Elefante de espécie asiática recebe lente de contrato na Holanda.

Anne-Marie Verbruggen foi a responsável por colocar a lente no animal
 Fonte: g1.globo

Os elefantes mantêm fresca temperatura corporal

Uma equipa de cientistas canadenses revelou que a lama mantém fresca a temperatura corporal dos elefantes.

Em horas do dia, estes animais têm uma temperatura elevada em quase todo o corpo, salvo no arco das costas, na qual eles vertem terra para afugentar o calor, revelaram cientistas da Universidade de Guelph.

Com ajuda de câmeras termas infra-vermelhas analisaram a esses paquidermes no parque Busch Gardens, na Flórida.

No entanto, na noite as partes do corpo mais quentes são os olhos e a trompa, porque a terra contribui a preservar o frescor.

Pesquisas prévias mostraram que os elefantes africanos perdem calor com suas orelhas, não assim os asiáticos que o fazem pela trompa

Fonte: Prensa Latina

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Elefante da Sumatra pode extinguir-se em 30 anos

Desde 1985 a população diminuiu 50 por cento devido à desflorestação.


O elefante da Sumatra (E. m. sumatrensis) corre perigo de extinção. Segundo anuncia o Fundo Mundial para a Natureza (World Wide Fund for Nature - WWF), nas próximas três décadas este animal, subespécie do elefante-asiático, poderá desaparecer devido à destruição de 70 por cento do seu habitat. A espécie estava classificada como ‘ameaçada’, estando agora no estado de ‘gravemente ameaçada’.

Estima-se que existam apenas 2400 a 2800 animais em estado selvagem, uma redução de 50 por cento desde 1985.


De acordo com a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), “apesar de a espécie estar protegida na lei indonésia, 85 por cento do seu habitatencontra-se fora das áreas protegidas”, ou seja, são áreas “que podem ser convertidas para a prática de agricultura ou para outros propósitos”.
O elefante junta-se a uma lista crescente de espécies que estão em perigo de extinção na Indonésia, como o orangotango da Sumatra, o de Java e os rinocerontes e o tigre da Sumatra, explica Carlos Drews, director do Programa Global de Espécies da WWF.
A ilha da Sumatra mantém algumas das populações mais importantes do elefante asiático fora da Índia e do Sri Lanka. No entanto, a ilha sofreu a taxa de desflorestação mais rápida da zona, devido às indústrias de celulose, papel e às plantações de dendezeiro (palmeira-do-azeite). Mais de dois terços de floresta desapareceram nos últimos 25 anos.

A WWF apela ao governo indonésio para que este proíba todas as transformações de floresta que formam parte do habitat dos elefantes, até que ponha em prática uma estratégia de conservação para estes animais.

Segundo Ajay Desai, especialista desta espécie, “é importante que o governo indonésio, as organizações de preservação e as empresas agro-florestais reconheçam a situação crítica dos elefantes e de outros animais selvagens da ilha e tomem medidas eficazes para a sua conservação”.

 Fonte: Ciência Hoje

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Elefante tem unhas pintadas no Nepal

Tratador pintou as unhas do elefante que iria participar de concurso de beleza durante evento em Sauraha, em Chitwan, no Nepal. Os animais participam de três dias de corridas, jogos e competições na cidade. 


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Elefante volta a andar graças a pata artificial

Um elefante bebé de cinco anos recuperou a mobilidade graças à implantação de uma prótese. O animal foi apanhado por uma armadilha em 2007, o que o fez perder cerca de 20 centímetros de uma das patas. Porém, graças à persistência do Wildlife Rescue Center do Cambodja, Chhouk está novamente saudável.

Nick Marx, director do centro de resgate responsável pela recuperação do elefante, tornou-se, desde que o animal foi encontrado na selva,  sozinho e muito magoado, presença constante no seu quotidiano. Orgulhoso dos progressos de Chhouk, Marx contou ao GlobalAnimal.org que pensou "que ele não conseguisse sobreviver".

Depois de ser descoberto, o elefante bebé foi entregue aos cuidados do Phnom Tamao Wildlife Rescue Center, organização governamental, e gradualmente tratado. Marx nunca saiu do seu lado. "Estive sempre perto dele, dormi ao lado dele e alimentei-o diariamente com as minhas próprias mãos", conta.

Quando o animal começou a melhorar, Nick Marx conseguiu o apoio de profissionais de uma faculdade do Cambodja, especializada em próteses e ortopedia e com vasta experiência no tratamento de doentes que sofreram acidentes de guerra ou com minas, que se disponibilizaram a fazer parte de um grande desafio: construir uma pata artificial.

A prótese, feita de uma espécie de resina plástica, com um interior macio e um exterior muito resistente, permitiu-lhe voltar a andar. Entretanto, já precisou de ser reformulada quatro vezes, dado o crescimento rápido do elefante.

"A nova pata mudou a vida dele", confessa Nick Marx, acrescentando que Chhouk passou de "um dorminhoco cansado a um elefante cheio de vivacidade e energia, que nunca está parado".

Embora não possa regressar à selva, o elefante tem agora pela frente uma vida com qualidade no centro de resgate, onde se tornou uma inspiração e onde a sua história serve de alerta para os perigos a que estão sujeitos os animais selvagens daquela região asiática.

Linda cria
Fonte: boasnoticias.pt

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Mais um final feliz para um elefante

Uma fêmea de elefante com dez dias de vida, "ganhou" uma prótese. Explora agora a área onde vive com sua mãe, a fêmea Panang, no zoológico de Munique, na Alemanha. Foi a primeira aparição em público da filhote, que ainda não recebeu nome.

A história de uma cria de elefante a Mosha, de 6 anos de idade, é mais dura. Mas também teve um final feliz. Ela pisou numa mina terrestre há cinco anos na fronteira entre Tailândia.

Na foto divulgada nesta quarta-feira (9), ela aparece ganhando uma prótese para repor o membro perdido, no hospital de elefantes da província de Lampang, no norte tailandês.

Cria de 10 dias


Fonte: Terra da Gente

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Elefante mata homem no sul da China

Em Pequim, um elefante matou um camponês na Prefeitura chinesa de Xishuangbanna, informou a agência 'Xinhua'.

O falecido, Cao Xiaoer, estava no campo recolhendo ervas quando morreu, aparentemente esmagado pelo elefante, que lhe causou graves ferimentos no peito, na cabeça e nas pernas.
O ataque deve ter acontecido na sexta-feira, dia 4 de Novembro, embora o Governo local tenha confirmado a morte somente neste domingo, após uma intensa busca pelo camponês.

A região de Xishuangbanna, é o habitat de cerca de 250 elefantes em liberdade, 90% dos animais deste tipo que vivem na China, onde contam com protecção das autoridades ambientais devido a sua pouca população.

Nos últimos 20 anos se contabilizaram cerca de 140 ataques destes paquidermes aos habitantes locais, assim como a destruição de 50 mil toneladas de cereais cultivados.

Fonte: veja.abril.com.br

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Cheias na Tailândia deixam filhotes de elefante presos numa ilha

Cheias na Tailândia fizeram com que 17 elefantes domesticados, sete dos quais com menos de 4 anos de idade, ficassem presos por vários dias numa ilha em Ayutthaya. Os filhotes eram pequenos demais para nadar e fugir da água. Os outros animais, maiores (grupo de 90) saíram do local.

A ilha tinha apenas 5 metros de largura e, como informa a britânica BBC, fica no local que abrigava um antigo santuário. Os alimentos para os jovens elefantes são levados de barco. Os vigias que cuidam dos animais preferiram deixá-los na ilha ao lado de suas mães.

Elefante brinca nas cheias
Fonte: Globo.com

sábado, 8 de outubro de 2011

Elefantes talentosos no Siri Lanka

Os elefantes são animais de grande porte, isso já todos sabem e podem ser domesticados tal como animais domésticou. O jardim zoológico de Colombo no Siri Lanka organizou um circo afim de entreter os visitantes. Não são os primeiros e os últimos a fazer este tipo de espetáculo.

O Siri Lanka tem um número estimado de 5.879 elefantes selvagens, incluindo 122 tuskers e 1.107 elefantes bebé, de acordo com o censo de elefantes que este ano teve a sua primeira edição.








A sitação abaixo foi retirada do site da TVI 24, este parágrafo faz referencia à noticia acima divulgada neste blog. Vejam como descrevem a noticia e como comparam os grandiosos elefantes a "cãezinhos".

"São animais de grande porte, mas isso não quer dizer que não possam ser domesticados tal e qual os cãezinhos. O jardim zoológico de Colombo não se acanhou pelo facto de o elefante ser o animal mais à mão e fez um circo."

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Como "exercitar" um Elefante


Já notaram que os elefantes de circo são amarrados a uma corrente presa a um pino de aço pregado no chão? Um Elefante jovem não teria nenhuma dificuldade em arrancar o pino ou em quebrar a corrente; os elefantes adultos, no entanto, nem tentam fugir.
Por que isso acontece?


Quando filhotes, os elefantes são diariamente presos a um objecto pesado por uma corrente grossa que é amarrada a uma de suas patas durante horas.

Não adianta puxarem, se debaterem, gritarem, pois não conseguem se libertar. À medida que crescem, eles aprendem que, não importa o quanto eles tentem, é impossível se libertarem. E eles acabam parando de tentar. Passam a estar mentalmente condicionados a acreditar que, quando uma corrente é amarrada a uma de suas patas, é impossível escapar, não importa a espessura ou de que modo esteja fixada ao solo. Se estiverem presos a uma corrente, estão aprisionados.

Da mesma forma, a partir do dia em que nascemos, sofremos um condicionamento.

Os nossos instintos naturais, nascemos sem nenhum conhecimento e tudo o que fazemos e pensamos é resultado do que nos transmitem os nossos “adestradores”: nossos pais, irmãos, amigos, a televisão, etc.

(…)

Pais nos dizem que “devemos olhar para as crianças, mas não devemos dar ouvidos a elas”
Professores nos dizem para falarmos “apenas quando nos dirigirem a palavra”
Amigos afirmam: “Nunca deixem um emprego seguro”
A sociedade dá-nos o alerta: “paguem suas dívidas e poupe para a aposentadoria”
A media diz-nos que não somos bons o bastante. Para sermos aceitos e felizes, temos de emagrecer, ter pele, cabelo e dentes perfeitos e cheirar bem.

As mensagens são subtis e repetitivas e acabam tornando-se parte das crenças das pessoas.
À medida que avançamos na curva de aprendizado mais acentuada em nossa vida, ouvimos dizer que não somos capazes com muito mais frequência do que o contrário.

Tal como o elefante é condicionado a acreditar que não pode escapar, facilmente nos tornamos pessoas que “não são capazes”, impedidas de alcançar o sucesso por um reiterado condicionamento negativo.

Imagine que seus hábitos e sua forma de agir na vida sejam como a água num balde.
Outras pessoas encheram o balde: pais, professores, amigos e media.

Agora imagine que cada nova habilidade e abordagem positiva que aprende é uma pedra jogada neste balde; feito isso, o que acontece? A água é deslocada.

(…)
 
Fonte: Zwela Angola (Marco Frazão)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Notícias » Ciência e Meio Ambiente » Ciência e Meio Ambiente Elefante é internado em hospital após pisar em mina terrestre

Um elefante chamado Pa Hae Po, um macho de 22 anos, está a receber tratamento no hospital de elefantes na província de Lampang, no norte da Tailândia. O animal perdeu parte da pata esquerda dianteira depois de pisar em uma mina terrestre. O acidente ocorreu perto da fronteira com Mianmar.

A instituição que recebeu Pa Hae Po é o primeiro hospital veterinário especializado em elefantes do mundo. O local, fundado e mantido por doações públicas, tem capacidade de atender até 20 paquidermes. A maioria dos animais chega ao hospital com ferimentos causados por veículos, armas de fogo ou minas terrestres.

O elefante precisa do apoio de um poste para se levantar após ter perdido parte da pata na explosão de uma mina
Fonte: Terra Brasil.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Cemitério de elefantes!?

Dizem … que quando um elefante está prestes a morrer, este volta ao local de nascença/infância ainda que tenha que percorrer um logo caminho. Esses animais impressionam os cientistas por parecer dar significado especial à morte. Quando uma manada encontra um esqueleto de um paquiderme, cada um dos membros fica parado diante dele por minutos. Depois tocam nos ossos com sua tromba, acto que os biólogos interpretam como uma homenagem póstuma.

Além disso, quando a morte é de um parente, o elefante demonstra o seu luto “publicamente” seguindo a manada de longe, num passo mais lento.

Quando um elefante envelhecem e não conseguem mais acompanhar o ritmo dos mais jovens, este acaba por perder ou abandonar o grupo. É o momento também no qual os seus dentes ficam muito sensíveis, o que dificulta a alimentar-se normalmente (folhas, cascas de árvores, entre outros) Por isso é comum os mais velhos deslocarem-se para regiões pantanosas, onde há abundância de água e as folhagens são mais macias. Nesses locais, é fácil encontrar uma concentração de esqueletos do maior mamífero da terra. E foi por isso que surgiu a lenda da existência de um santuário ou de um cemitério de elefantes. 

A manada a partir para a sua nova jornada

Um elefantes que ficou para trás ...
Um elefante que parte só!
Elefantes com dificuldade a cumer

Elefantes "Fracos" ...

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Pesquisadores descobrem que elefantes também têm intuição

Os Elefantes têm boa memória e um grande senso de relacionamento social. Mas somente agora pesquisadores conseguiram comprovar que eles também são capazes de planejar acções. Um experiencia realizada no Zoológico Nacional de Washington, nos Estados Unidos, pesquisadores “apanharam” um elefante de nove anos de idade a resolver problemas. O mais impressionante é que ele fez isso sem basear-se na tentativa e erro.  

Até agora, a intuição e a habilidade de perceber algo que não pode-se verificar ou que ainda não aconteceu, parece ser limitada na natureza. Apenas humanos, macacos e golfinhos demonstraram imaginar soluções para problemas, o que lhes confere um status superior na classificação de 'inteligência animal'.

A demora em reconhecer a inteligência superior dos elefantes pode ter sido causada por experiências mal formuladas no passado. Pesquisadores podem ter errado um pouco na maneira de interpretar as estratégias alheias. Na primeira situação criada para avaliar o desempenho de elefantes, por exemplo (realizada anteriormente por outros pesquisadores), a equipa deixou varas de bambu no chão para que um elefante pudesse “equipar-se” para alcançar frutas nas árvores. O animal não fez nenhuma tentativa.
  
Na segunda experiência, a equipa deixou frutas à vista, mas fora do alcance (como antes). Um cubo foi deixado no chão no lugar das varas.  Depois de examinar a situação durante cerca de vinte minutos, o elefante aproximou-se do cubo, fez o objecto rolar e prontamente pisou sobre ele para ficar mais alto e alcançar a fruta. Nos dias seguintes, ele usou a mesma estratégia rapidamente.  
A equipa acredita que o primeiro teste provavelmente não teve êxito em demonstrar o mesmo tipo de reacção, porque o elefante usa a tromba como vara (a ferramenta poderia, em outras palavras, incapacita-lo de perceber a fruta).


Pesquisadores acreditam que elefante não usa varas para alcançar frutas porque possui tromba para essa função

Um artigo sobre o trabalho foi publicado no periódico científico especializado PLoSOne. 

Fonte: Veja.abril.com.br

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Activistas conseguem cancelar jogo de pólo sobre elefantes na Índia

Uma partida de pólo sobre elefantes foi cancelada neste domingo em Jaipur, Índia, após activistas de direitos dos animais alegarem que o desporto é cruel com os animais.

O pólo sobre elefantes é praticado no Nepal, Sri Lanka, Tailândia e parte da Índia. Cada elefante carrega dois jogadores. O campo é menor porque os elefantes são mais lentos que cavalos. Em 2007, uma partida terminou com dois atletas feridos e um autocarro pequeno destruído, após um ataque de fúria de um dos animais.

Jogo de pólo com elefantes
Fonte: Paraiba.com.br