Elefante

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Elefante de Sumatra corre risco crítico de extinção

O elefante de Sumatra, originário na Indonésia, está em risco de desaparecer em menos de 30 anos, fez saber a organização ambiental, WWF.

O nível de risco do elefante de Sumatra foi aumentado por aquela organização de «em perigo de extinção» para «criticamente em perigo de extinção».

Os ambientalistas argumentam que numa geração quase 70 por cento habitat natural e metade da população existente de elefantes de Sumatra desapareceram.

Em 1985 existiam cerca de 5000 animais desta espécie em estado selvagem, números que desceram cerca de 50 por cento nos dias de hoje. A WWF estima que existam entre 2400 a 2800 elefantes de Sumatra.

Na Indonésia a destruição do habitat natural já acelerou a extinção dos tigres de Bali e de Java. Em risco de extinção estão ainda o rinoceronte de Java e o tigre de Sumatra.

 Fonte: A Bola

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Estudo liga extinção de elefantes ao surgimento do Homo sapiens

Arqueólogos da Universidade de Tel Aviv recentemente publicaram um estudo que sugere que o Homo sapiens surgiu na região chamada de Levante, no Oriente Médio, há 400 mil anos. O motivo seria o desaparecimento dos elefantes, principal fonte de alimentação para o Homo erectus.

De acordo com o arqueólogo da universidade, Ran Barkai, a extinção dos animais da região que compreende Síria, Líbano, Jordânia, Israel e os territórios palestino, levou à evolução do Homo erectus ao Homo sapiens.

"Quando os elefantes desapareceram, o Homo erectus foi obrigado a buscar outros alimentos e teve que desenvolver uma agilidade mental e instrumentos que não tinha antes", afirmou o especialista à BBC Brasil.

A região da caverna Qesem, perto da cidade de Rosh Haain, em Israel, é escavada pela equipe do departamento de Arqueologia da universidade desde 2000. O grupo já havia anunciado, em 2010, que o Homo sapiens já existia há 400 mil anos. A descoberta pode derrubar a teoria mais aceita até o momento, que diz que a espécie surgiu 200 mil anos atrás, na África.

"Desde a descoberta, há um ano, fizemos um trabalho de integração de todos os dados e chegamos à conclusão que a nutrição é a chave do enigma", disse.
Barkai explicou que o Homo erectus usava instrumentos maiores e menos sofisticados para caçar e repartir a carne dos elefantes.

"O Homo erectus comeu elefantes durante 1 milhão de anos. Instrumentos mais sofisticados e menores são associados ao Homo sapiens", afirmou, sobre os objectos encontrados nas escavações.

Fonte: /www.sidneyrezende.com

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Mais de uma centena de elfantes mortos na Reserva de Niassa

Pelo menos 124 elefantes foram abatidos nos últimos dois anos na Reserva do Niassa, norte de Moçambique, por caçadores furtivos, a maioria dos quais supostamente provenientes da Tanzânia.

A denúncia foi feita por populares do posto administrativo de Matondovela, distrito de Mecula, durante um comício recente orientado pelo Governador da província de Niassa, David Malizane, que teve lugar naquela região.

Segundo os residentes, só este, ano os caçadores furtivos terão abatido 52 elefantes, enquanto no último ano mataram 72.

Com este número, sobe para 124 o total de elefantes abatidos por caçadores furtivos naquela reserva em menos de dois anos, estimam os residentes de Mecula, citados hoje pelo jornal Diário de Moçambique.

Os populares daquela região confirmaram ao governador de Niassa que inúmeras vezes encontraram carcaças de animais na selva.

Fonte: Jornal de Noticias

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Caçadores furtivos abateram 24 elefantes na reserva do Niassa, em Moçambique

Um total de 24 elefantes foram abatidos por caçadores furtivos, na Reserva do Niassa, localizada entre as províncias de Cabo Delgado e Niassa, no norte de Moçambique, durante o primeiro semestre deste ano, informa a agência AIM.

Deputados da Assembleia da República (AR), o parlamento moçambicano, pela bancada da Frelimo no Niassa, norte de Moçambique, estão preocupados com o aumento do número de casos de caça furtiva naquela reserva.

Esta preocupação foi manifestada pelo deputado Augusto Chalamanga, que chefiou a missão dos deputados pelo círculo eleitoral do Niassa.

Segundo Chalamanga, citado pela Rádio Moçambique, estação pública, a Polícia da República de Moçambique (PRM), em Niassa vai brevemente afectar um contingente seu naquela região para pôr cobro a situação.

“As autoridades da Reserva do Niassa nos informaram que no primeiro semestre deste ano foram mortos 24 elefantes por caçadores furtivos. Este número é alarmante e estamos preocupados. Mas a PRM aqui em Niassa nos garantiu que será enviado um contingente à região, para fazer a devida fiscalização e proteger os animais”, referiu.

Acredita-se que a caça furtiva esteja a ser realizada por estrangeiros que entram ilegalmente no território nacional através da fronteira com a Tanzânia.

“Estamos preocupados com o aumento de casos de violação da fronteira com a vizinha Tanzania. A situação é mais gritante na faixa fronteiriça dos distritos de Mavago e Mecula, onde a fronteira se encontra completamente desguarnecida”, disse.

A faixa fronteiriça que liga os distritos de Mecula e Mavago possui acima de trezentos quilómetros de extensão, contemplando a Reserva do Niassa.

Os elefantes têm vindo a ser alvo da acção dos caçadores furtivos por causa dos seus dentes, que tem elevado valor comercial no mercado negro.

O comércio de marfim foi banido no mundo em 1989. Este banimento surgiu do facto de se ter verificado que o abate ilegal de elefantes estava a crescer e que punha em risco a existência desta espécie.

Este ano as autoridades abortaram várias tentativas de contrabando de enormes quantidades de pontas de marfim.

Fonte: África 21 Digital

sábado, 24 de setembro de 2011

Doze elefantes abatidos numa semana por caçadores furtivos em Moçambique

Pelo menos 12 elefantes foram abatidos por caçadores furtivos numa semana no Parque Nacional das Quirimbas (PNQ), província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, revelou um comunicado do PNQ divulgado este sábado.

O comunicado assinalou a presença nos distritos de Ancuabe e Meluco de quatro homens, envergando uniformes militares e munidos de metralhadoras do tipo AK-47, que se dedicam ao abate de elefantes.

Segundo refere o Notícias, de Maputo, os indivíduos ameaçam matar qualquer cidadão que se recuse a colaborar com eles nas suas incursões, sobretudo no carregamento dos troféus.

Os responsáveis pelo PNQ mostram-se preocupados com a elevada prevalência abate ilegal de elefantes, e com os sofisticados recursos usados pelos caçadores furtivos, apesar de nos últimos meses terem sido efectuadas várias detenções.

No entanto, assinala o comunicado, "nenhum dos casos remetidos à Procuradoria e Tribunal na Cidade de Pemba relativos ao porte ilegal de armas e abate indiscriminado de elefantes na área do PNQ teve até aqui um desfecho satisfatório'.

O documento avança que depois de extraído por vias fraudulentas, o marfim é transportado num helicóptero cuja proveniência e chapa de matrícula não foi possível apurar, para um destino igualmente desconhecido.

As autoridades já identificaram indivíduos que se presume sejam colaboradores da quadrilha, tendo já sido destacada, para o local do abate, uma equipa de fiscais e agentes da Polícia da República de Moçambique para averiguar as circunstâncias em que se deu o abate dos animais e o transporte dos troféus.

O Parque Nacional das Quirimbas é uma área protegida que ocupa uma extensão territorial aproximada de 7500 quilómetros quadrados.

Fonte: Jornal de Noticias

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Como "exercitar" um Elefante


Já notaram que os elefantes de circo são amarrados a uma corrente presa a um pino de aço pregado no chão? Um Elefante jovem não teria nenhuma dificuldade em arrancar o pino ou em quebrar a corrente; os elefantes adultos, no entanto, nem tentam fugir.
Por que isso acontece?


Quando filhotes, os elefantes são diariamente presos a um objecto pesado por uma corrente grossa que é amarrada a uma de suas patas durante horas.

Não adianta puxarem, se debaterem, gritarem, pois não conseguem se libertar. À medida que crescem, eles aprendem que, não importa o quanto eles tentem, é impossível se libertarem. E eles acabam parando de tentar. Passam a estar mentalmente condicionados a acreditar que, quando uma corrente é amarrada a uma de suas patas, é impossível escapar, não importa a espessura ou de que modo esteja fixada ao solo. Se estiverem presos a uma corrente, estão aprisionados.

Da mesma forma, a partir do dia em que nascemos, sofremos um condicionamento.

Os nossos instintos naturais, nascemos sem nenhum conhecimento e tudo o que fazemos e pensamos é resultado do que nos transmitem os nossos “adestradores”: nossos pais, irmãos, amigos, a televisão, etc.

(…)

Pais nos dizem que “devemos olhar para as crianças, mas não devemos dar ouvidos a elas”
Professores nos dizem para falarmos “apenas quando nos dirigirem a palavra”
Amigos afirmam: “Nunca deixem um emprego seguro”
A sociedade dá-nos o alerta: “paguem suas dívidas e poupe para a aposentadoria”
A media diz-nos que não somos bons o bastante. Para sermos aceitos e felizes, temos de emagrecer, ter pele, cabelo e dentes perfeitos e cheirar bem.

As mensagens são subtis e repetitivas e acabam tornando-se parte das crenças das pessoas.
À medida que avançamos na curva de aprendizado mais acentuada em nossa vida, ouvimos dizer que não somos capazes com muito mais frequência do que o contrário.

Tal como o elefante é condicionado a acreditar que não pode escapar, facilmente nos tornamos pessoas que “não são capazes”, impedidas de alcançar o sucesso por um reiterado condicionamento negativo.

Imagine que seus hábitos e sua forma de agir na vida sejam como a água num balde.
Outras pessoas encheram o balde: pais, professores, amigos e media.

Agora imagine que cada nova habilidade e abordagem positiva que aprende é uma pedra jogada neste balde; feito isso, o que acontece? A água é deslocada.

(…)
 
Fonte: Zwela Angola (Marco Frazão)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Notícias » Ciência e Meio Ambiente » Ciência e Meio Ambiente Elefante é internado em hospital após pisar em mina terrestre

Um elefante chamado Pa Hae Po, um macho de 22 anos, está a receber tratamento no hospital de elefantes na província de Lampang, no norte da Tailândia. O animal perdeu parte da pata esquerda dianteira depois de pisar em uma mina terrestre. O acidente ocorreu perto da fronteira com Mianmar.

A instituição que recebeu Pa Hae Po é o primeiro hospital veterinário especializado em elefantes do mundo. O local, fundado e mantido por doações públicas, tem capacidade de atender até 20 paquidermes. A maioria dos animais chega ao hospital com ferimentos causados por veículos, armas de fogo ou minas terrestres.

O elefante precisa do apoio de um poste para se levantar após ter perdido parte da pata na explosão de uma mina
Fonte: Terra Brasil.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Zimbábue planeja servir carne de elefante nas prisões do país

Elefantes no parque nacional de Hwange: nos últimos anos, o governo pediu provisões de carne do animal para alimentar soldados. As autoridades penitenciárias do Zimbábue planejam servir carne de elefante para acabar com a fome nas prisões do país. Os mais de 13 mil presos que ocupam as prisões do Zimbábue estão há quatro anos sem comer carne e se alimentam exclusivamente de feijão e repolho.

Por isso, o vice-ministro da Justiça, Obert Gutu, pensou em servir carne de elefante para enriquecer a dieta dos presos.

Em entrevista ao jornal "The Zimbabwe Independent", Gutu afirmou que a carne de elefante pode ser uma opção viável para acabar com a fome nas prisões.

"O Ministério e a Comissão Penitenciária consideram que a carne de elefante pode ser um opção. Existe o consenso de que há uma superpopulação de elefantes no país. Por que não utilizá-los para alimentar os presos?", declarou o vice-ministro da Justiça.

No entanto, grupos ambientalistas manifestaram sua oposição à medida. O director da Força-Tarefa pela Conservação no Zimbábue, Johnny Rodrigues, negou que no país haja uma superpopulação de elefantes e ressaltou que no território só restam 35 mil animais. "O Governo deveria endurecer as leis para proteger estes animais", afirmou Rodrigues ao veículo.

A carne de elefante não é consumida habitualmente no Zimbábue, mas, nos últimos dez anos, o Governo do Robert Mugabe ordenou com frequência a parques nacionais a provisão de carne desses animais e de búfalo para alimentar os soldados em grandes cerimonias, como no aniversário do presidente.

Elefantes de Zimbábue

Fonte: Último Segundo

domingo, 4 de setembro de 2011

Reserva natural de elefantes é invadida por colonos no Zimbábue

Cerca de 70 elefantes estão ameaçados numa reserva natural no sudeste do Zimbábue por colonos que se estabeleceram na região, denunciado por um grupo ecologista Zimbábue Conservation Task Force (ZCTF) (dia 01/09/2011)

Os animais são alvos de armadilhas e perseguições por parte dos colonos em algumas áreas da Chiredzi River Conservancy, um parque natural de gestão privada.

"Esse território é reservado para os elefantes, mas agora foi invadido e os animais não têm outro lugar para ir", disse Johnny Rodrigues, porta-voz da ZCTF. "Para alcançar charcos e lagos, os elefantes têm de atravessar áreas dos colonos nas quais são perseguidos. Os animais estão stressados e alguns exemplares jovens estão desaparecendo", explicou.

Segundo Rodrigues, a reserva sofreu a primeira invasão de colonos há 11 anos, quando o presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, requisitou as terras de proprietários. Até ao momento, os invasores tinham se mantido nas suas áreas de ocupação original, mas agora "estão dirigindo a sua atenção a áreas ocupadas pela flora e fauna", disse o porta-voz do ZCTF.

Os elefantes foram transferidos do Parque Nacional de Gonarezhou para o Chiredzi River Conservancy durante uma forte seca, há cerca de 20 anos. Gonarezhou, que significa "terra de elefantes" na língua nativa shona, também sofreu com a invasão de pastores.

 

Fonte: Último Segundo

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Mais de mil dentes de elefante apreendidos na Tanzânia

A polícia de Zanzibar apreendeu 1041 dentes de elefante, escondidos dentro dos contentores de um navio que tinha como destino a Malásia.
Assim como outros países africanos ricos em vida selvagem, nos últimos anos a Tanzânia tem registado um aumento dos casos de abate ilegal de elefantes e rinocerontes, por causa das suas presas usadas como ornamento ou para fins medicinais.

Duas pessoas foram detidas no porto de Zanzibar, informou o porta-voz da polícia Mohammed Mhina, à agência Reuters. De acordo com a polícia, a maioria dos dentes de elefante traficados em África acaba em países asiáticos.

“Enquanto país com a segunda maior população de elefantes africanos, é de importância vital que a Tanzânia demonstre um bom cumprimento da lei, não só em termos de interdições mas também de investigação, detenção e condenação dos responsáveis pelos crimes”, comentou, em comunicado, Tom Milliken, responsável da organização TRAFFIC, iniciativa conjunta da WWF (Fundo Mundial da Natureza) e da UICN (União Internacional da Conservação da Natureza).

“Esta apreensão representa um mínimo de 500 elefantes mortos. Por isso, é essencial descobrir quem está por detrás destes abates e como é que o marfim conseguiu chegar até aqui”, acrescentou.

Milliken salienta que terão sido abatidos 500 elefantes

Fonte: Público

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Elefante e Leão

Vejam o vídeo abaixo ... uma tentativa desesperada de atacar um elefante (um leão e de uma leoa)   mas sem resultado ... pois um elefante africanos o maior animal terrestre do planeta é difícil.


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Activistas conseguem cancelar jogo de pólo sobre elefantes na Índia

Uma partida de pólo sobre elefantes foi cancelada neste domingo em Jaipur, Índia, após activistas de direitos dos animais alegarem que o desporto é cruel com os animais.

O pólo sobre elefantes é praticado no Nepal, Sri Lanka, Tailândia e parte da Índia. Cada elefante carrega dois jogadores. O campo é menor porque os elefantes são mais lentos que cavalos. Em 2007, uma partida terminou com dois atletas feridos e um autocarro pequeno destruído, após um ataque de fúria de um dos animais.

Jogo de pólo com elefantes
Fonte: Paraiba.com.br

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Preço do marfim dispara matança de elefantes no Quénia

A caça furtiva de elefantes na reserva Samburu, no Quénia, disparou devido ao aumento do preço do marfim. O número de capturas nos últimos dois anos e meio é superior ao total dos onze anos anteriores e o pior cenário registou-se nos primeiros cinco meses de 2011. A China é o principal mercado deste negócio ilegal que ameaça extinguir os elefantes. 

Segundo o El País, a situação dramática na Reserva Natural de Samburu foi descrita pela Nature. De acordo com um artigo de três especialistas publicado por esta revista, o aumento da caça furtiva deve-se "à subida do preço do marfim no mercado nego, que quase duplicou desde 2007 e que é actualmente de uma magnitude superior ao dos anos 90". "Com os preços actuais, o marfim dos elefantes maiores caçados em Samburo equivale a um ano e meio de salário dos guardas do parque ou a 15 anos de salários dos trabalhadores não qualificados. Nos últimos tempos, quase triplicaram as capturas de marfim ilegal no Quénia ou procedentes deste país africano", escreve o jornal espanhol, citando os peritos da Nature.

George Wittemyer (Colorado State University, EUA) e dois colegas seus do Quénia que fazem parte da organização Save the Elephants dizem que a caça furtiva provocou um rombo significativo no número de machos, que são agora metade do número de fêmeas. Mas a matança estende-se agora também às fêmeas adultas, o que está a colocar em risco a sobrevivência de vários grupos de elefantes: uma em cada cinco famílias tem falta de fêmeas adultas, essenciais na estrutura dos grupos, pois são as matriarcas que lideram as famílias, e o número de crias órfãs aumenta rapidamente.

"A procura de marfim e os preços alcançaram um nível tal que os caçadores furtivos põe na sua mira inclusive áreas bem protegidas e populações de elefantes vigiadas. Com muitas populações pouco vigiadas e já sobre-exploradas, a pressão sobre os elefantes do Samburo pode ser um anúncio do que se pode esperar nas áreas protegidas de África", indica o texto da Nature.

Fonte: DN Ciência.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

ONG exige proteção de elefantes e rinocerontes perseguidos pelo marfim

O Comité Permanente do Convenção Internacional para a Protecção de Espécies Ameaçadas (CITES, na sigla em inglês) iniciou nesta 2ªfeira uma semana de reuniões na qual espera conscientizar os países a adoptarem medidas para diminuir o aumento do comércio ilegal de presas de elefante e chifres de rinoceronte. Actualmente, o Vietname é o maior destinatário de chifres de rinoceronte, graças às propriedades atribuídas para o tratamento de cancro. 

Fonte: tosabendo.com

Elefante e Rinocerontes
Elefantes
Rinocerontes

domingo, 14 de agosto de 2011

Elefantes "enfrentam-se" no Sri Lanka

Dois elefantes selvagens foram fotografados nesta sexta-feira no momento em que "enfrentavam-se" no Parque Nacional de Minneriya, a 200 km de Colombo, no Sri Lanka.

Os animais ganharam uma maior atencção nesta semana de equipas ligadas aos órgãos de meio ambiente. As instituições querem ajudar o governo do Sri Lanka a formular um plano para proteger seus elefantes selvagens, que correm risco de extinção.

Os elefantes selvagens correm risco de extinção no Sri Lanka.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Linha de Comboios

As linhas de comboio, rasgam as florestas onde habitam muitos animais. Por vezes os acidentes com comboio / atropelamento de animais são frequentes. Maior partes dos animais atropelados são elefantes, animais de grande porte (têm dificuldade em correr pelo seu peso e porte) estes atravessam as linhas para passagem para o outro lado em busca de comer ou de um local refrescante, mas por vezes alguns não chegam a ter essa sorte, pois são atropelados. Os camionistas pouco podem fazer, e é praticamente impossível parar o comboio e não atropelar os pobres animais. Podem existir várias soluções para que estes animais e outros não sejam atropelados.

A civilização por vezes não pensa nos amimais, devem-se tomar medidas para que os animais não sejam atropelados e também para evitar acidentes que podem causar a morte de pessoas que circulam nos comboios.

Elefante na linha do comboio
Zelar pelos animais e evitar a sua extinção é o nosso dever, enquanto Seres Humanos.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Massacre - Chade (National Geographic)

"Foram avistados restos mortais de elefantes abatidos no meio das árvores, perto do Parque Nacional Zakouma no sudeste do Chade, numa expedição da National Geographic Society. Mike Fay, a Wildlife Conservation Society (biólogo), pode obeservar cerca de uma centena de elefantes mortos, durante uma recente pesquisa aérea fora das fronteiras do parque.

Massacre

terça-feira, 26 de julho de 2011

Conflitos entre Seres humanos e Elefantes

Com habitat cada vez mais ameaçado, os seres humanos e os elefantes disputam o espaço no Mundo, as suas chances de viver lado a lado em harmonia estão cada vez mais difícil. Com a redução do seu habitat os elefantes são forçados a "intrometer-se" na actividade do homem. Eles invadem hortas, destroem culturas. E, infelizmente, com muita frequência os elefantes são mortos como por causa dos conflitos humanos e elefantes.


A sobrevivência a longo prazo do Elefante-Asiático, depende do conflito e da difusão do seu habitat. É necessário e emergente que os seres humanos parem esta competição antes que os Elefantes-Asiáticos desaparecem para sempre. 


Nos últimos 100 anos, 80% dos elefantes da Ásia têm sido exterminados. Nos últimos 10 anos, eles foram abatidos. Em toda a Ásia, é uma batalha por espaço e os elefantes estão sendo abandonados em toda a Índia. A solução é "Elefantes corredores" - uma tábua de salvação para o elefante.

"Elefantes corredores" - São Elefantes que lutam para que os seu habitat não seja destruído, e que  a acção humana não faça com que eles sejam "esquecidos pelo tempo".

Fonte: http://www.elephantfamily.org 

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Elefantes podem ter em breve, mesmo fim que mamutes (extinção)


Elefante-Africano
A construção de novas estradas que se embrenham na floresta, a destruição do habitat, a ganância pelo marfim, estas são alguns dos motivos que podem causar um desfecho trágico para os elefantes.
O destino dos Elefantes-Africanos, que habitam em florestas, está em nossas mãos. A acção humana pode manter esses animais em nosso planeta ou levá-los à extinção, como aconteceu como os mamutes, que tiveram seu habitat destruído e foram caçados em troca de seu marfim.

Até cerca de 15 mil anos atrás, mamutes, mastodontes e uma série de outros mamíferos, ancestrais dos elefante, estavam espalhados por todo o globo. No final do Pleistoceno havia milhões deles no mundo, inclusive em improváveis lugares como no norte da Europa e na América do Norte.

A mudança de clima e o habitat desses animais também foi alterado, o local em que costumavam viver foi invadido por outros tipos de vegetação, como a tundra. Se já estava difícil sobreviver nesta situação, a caça humana pode ter acelerado ainda mais a extinção de mamíferos como os mamutes. E ao que parece, a história pode estar a repetir, desta vez com os nossos elefantes.

Os elefantes contemporâneos vivem em três áreas, na Ásia, no cerrado africano e nas florestas da África Central. Os elefantes da floresta, em especial, aparecem cada vez memos, na África e sofre um grave risco de desaparecer e serem lembrados apenas em fotos ou documentários.

Até certo ponto, os Elefantes-Africanos escaparam do “holocausto do marfim” durante os tempos coloniais, entre as décadas de 1970 e 1980, porque estavam escondidos na obscura floresta da Bacia do Congo. Mas este habitat está a desaparecer junto com os grandes mamíferos. Com a saída de recursos naturais da região, os animais tornam-se alvos fáceis para os caçadores, sendo mortos num ritmo alarmante.

Outro problema é a construção de estradas, que fazem ligação directa até ao coração da floresta. Estas não só fragmentam o habitat como também facilitam o acesso de caçadores ilegais.

O deslumbramento de dinheiro “fácil”, ligado ao crime organizado e a agitação civil em alguns países africanos aumentam o comércio ilegal de marfim. A crescente classe média da Ásia é um grande mercado deste produto. Na África Central, produtos de marfim são vendidos abertamente em lojas.

Elefante morto
Assim como esses gigantes precisam da floresta, a floresta precisa deles. Elefantes da floresta são fundamentais para a biodiversidade (depositando grande quantidade de material orgânico na terra na forma de esterco).

Com a crescente perda de habitat e com a caça, pode restar pouco tempo para esses fantásticos animais na Terra. Existem parques nacionais e programas para a preservação das espécies de elefantes, mas elas não são tão rápidas quanto à devastação que o ser humano está a causar. Será que eles vão conseguir superar a ganância humana?

Fonte: hypescience.com - (BBC)

quarta-feira, 20 de julho de 2011

5 toneladas de marfim queimadas no Quénia

Autoridades do Quénia queimaram nesta quarta-feira quase cinco toneladas de marfim (presas de cerca de 330 elefantes) num acto que contou com a presença do presidente do país.
Kibaki foi o responsável por colocar o fogo na pilha de presas, que foi armazenada durante a última década em apreensões da polícia.

Nos últimos 40 anos, a população de elefantes diminuiu em cerca de 800 mil na África. Hoje, o continente conta com 500 mil animais da espécie.

Fogueira
Fonte: Band.com.br

Como é possível alguém ser capaz de acto tão egoísta e insensível, fazer esse tipo de coisas por dinheiro e fortuna. Deixar uma espécie inteira ser extinta e esquecida ... deixar famílias órfãos  de amor, carinho, companheirismo e a dor que sentem é igual à dos humanos quando perde alguém querido. Os elefantes são animais não objectos que possam ser utilizados para proveito próprio. Estes lindos animais necessitam de estar unidos e em paz, para que se possam reproduzir e dar vida a mais membros não para serem utilizados mas para não caírem no esquecimento.