Elefante

Mostrar mensagens com a etiqueta Elefantes-Africanos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Elefantes-Africanos. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Homem morre no Zimbábue ao ser pisoteado por dois elefantes

Um homem do Zimbábue morreu ao ser pisoteado por dois elefantes depois que uma manada entrou na localidade de Chibanda, no nordeste do país, informou neste domingo a imprensa local.
"Pelo visto, o homem andava na sexta-feira passada à tarde desde o Centro de Negócios de Chakoma, perto do povoado, quando um par de animais, de um grupo de 19, o pisotearam e mataram", disse a porta-voz de Parques Nacionais do Zimbábue, Caroline Washaya-Moyo, ao jornal zimbabuano "Sunday Mail".
Segundo a mesma fonte, soldados dos Parques Nacionais do Zimbábue dispararam e mataram os dois elefantes.
"Um grupo de dez guardas foi enviado imediatamente à região e guiaram os elefantes para sair do povoado", acrescentou Caroline.
Os encontros entre seres humanos e animais selvagens é especialmente comum no norte do Zimbábue, onde manadas de elefantes deambulam livremente por todo o Vale do Zambeze.

O que eu elefante pode fazer

Fonte: pbagora

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Elefantes nas ruas representam contrastes da Índia, país que deve ter maior economia do mundo até 2050

Nova Déli se tornou capital da Índia há cem anos, ainda durante o império britânico, e foi planejada para 70 mil habitantes.
Hoje, são quase 17 milhões de pessoas vivendo na cidade e, segundo projeções, a Índia deve se tornar o país mais populoso do mundo nos próximos 20 anos.
A capital - considerada uma ilha de riqueza em uma nação de muitos miseráveis - apresenta contrastes entre a Índia moderna, líder em tecnologia e serviços e uma das maiores economias do mundo, e a Índia tradicional, com seu sistema de castas e ruas divididas por carros, ônibus e animais, inclusive elefantes.
Cenas como estas são mais comuns na antiga Déli, com suas ruelas tomadas por riquixás e carroças puxadas a cavalo.
O aumento populacional apresenta desafios para os governantes, principalmente em termos de coleta de lixo, saneamento e acesso à água, problemas ainda comuns em um país que, segundo o Wealth Report 2012, feito por Knight Frank & Citi Private Bank, deve se tornar a maior economia do mundo até o ano de 2050.
Fonte: BBC Brasil

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Elefantes aterrorizam povoações em Moçambique

MAPUTO — Manadas de elefantes furiosos estão aterrorizando vários povoados de Moçambique perto da fronteira com o Zimbábue (sul da África), atacando a população, devastando as colheitas e semeando o pânico entre os estudantes, denunciou nesta quarta-feira o jornal estatal Noticias.


«Estamos a recorrer a métodos tradicionais para tentar afugentar os animais, mas em vão, porque quando o fazemos estes monstros desaparecem por poucos dias e quando voltam não nos deixam em paz», disse ao jornal um agricultor dos arredores, Joseph Maithe. «Parece que voltaram em busca de vingança», acrescentou.
Os moradores de Mucumbura queixam-se que vivem em estado de sítio devido aos elefantes, que danificam as suas plantações, indica o jornal.
Revelam que as crianças da zona rural vivem aterrorizadas porque no caminho para a escola temem cruzar com os animais, que recentemente passaram por cima de um professor, deixando-o ferido.
Segundo as autoridades, entre as soluções possíveis ao conflito entre humanos e elefantes figura a criação de uma reserva na região, afastando os agricultores das rotas migratórias dos elefantes e instalando água potável para que as pessoas não tenham que partilhar os seus pontos de abastecimento de água com os animais.
«O governo não pode matar os animais porque criaria um desequilíbrio no ecossistema», explicou o governador da província Alberto Vaquina.
Boa parte da fauna de Moçambique foi dizimada durante a brutal guerra civil que terminou há duas décadas após 16 anos de conflito. Recentemente, o governo tem tentado recompor as espécies afectadas na esperança de impulsionar o turismo.

Fonte: Diário Digital

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Os elefantes mantêm fresca temperatura corporal

Uma equipa de cientistas canadenses revelou que a lama mantém fresca a temperatura corporal dos elefantes.

Em horas do dia, estes animais têm uma temperatura elevada em quase todo o corpo, salvo no arco das costas, na qual eles vertem terra para afugentar o calor, revelaram cientistas da Universidade de Guelph.

Com ajuda de câmeras termas infra-vermelhas analisaram a esses paquidermes no parque Busch Gardens, na Flórida.

No entanto, na noite as partes do corpo mais quentes são os olhos e a trompa, porque a terra contribui a preservar o frescor.

Pesquisas prévias mostraram que os elefantes africanos perdem calor com suas orelhas, não assim os asiáticos que o fazem pela trompa

Fonte: Prensa Latina

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Resgate de Elefantes presos na lama

Veja vídeo abaixo:


Outros elefantes do grupo tentavam em vão tirá-los da lama. Turistas chamaram integrantes da Sociedade de Conservação de South Luangwa (SLCS, na sigla em inglês) e da Autoridade para Vida Selvagem do Zâmbia (Zawa). Normalmente, especialistas são contra a interferência no curso natural, mas no caso dos elefantes, as pessoas envolvidas dizem ter aberto uma excepção por pena. 

Uma dezena de pessoas ajudaram a puxar a corda e arrastar o filhote para fora, vencendo a resistência do próprio animal, que não queria sair de perto da mãe. A equipe de resgate contou com a ajuda de outros animais, que emitiram sons de chamada para o filhote, que finalmente saiu de perto da mãe e se juntou ao grupo. 

Uma corda foi amarrada no entorno da elefante, que já apresentava sinais de desidratação e de exaustão. Equipa usou um tractor para retirar o animal. A elefante, que já estava quase imóvel, percebeu a chance de escapar e levantou, diante dos gritos de incentivo das pessoas que acompanhavam o resgate.

Após muito esforço, o animal finalmente conseguiu sair da lama. 

Fotos e descrição fonte: ultimosegundo.ig.com.br


Um final feliz para estes lindíssimos animais.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Elefantes destroem culturas no município de Buco-Zau

As famílias na sua maioria camponesa manifestaram-se desesperadas por estarem a perder as suas culturas.
A Administradora municipal do Buco-Zau Marta Lelo pediu o apoio das instâncias de direito para desenvolverem estudos capazes de afugentar os animais.
“Da nossa parte já fizemos o que devíamos fazer e esperamos que as estruturas competentes possam vir resolver no futuro essa situação porque não tem acontecido só no município de Buco-Zau, mas também no Cacongo e Belize”, salientou.
 
Fonte: Golaveto

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Elefantes destroem campos agrícolas

As autoridades da comuna da Canjala, no Lobito, província de Benguela, estão preocupadas com a presença, na região, de manadas de elefantes, que estão a devorar as culturas e a lançar o pânico nas populações.

Em declarações à imprensa, no final da visita do administrador do Lobito, Amaro Ricardo,  Reis Eduardo informou que os elefantes estão a destruir culturas de mandioca e que pomares de mangueiras e grandes extensões de cana-de-açúcar foram destruídas, temendo-se que os animais ameacem a integridade física dos camponeses.

O administrador municipal, Amaro Ricardo, afirmou que o Executivo, através do Instituto de Defesa Florestal (IDF), está a estudar mecanismos para proteger as populações, os seus haveres e os próprios elefantes. Pediu às autoridades locais para evitarem ataques directos aos animais, sob pena de os enfurecer.

Responsáveis ligados ao estudo da fauna afirmaram que a presença dos elefantes na região se deve à procura de água. A região da Canjala é atravessada pelo rio Balombo, de caudal permanente, situação que torna a região rica de vegetação, mesmo em tempos de estiagem. 

Fonte: Jornal de Angola

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Mais de uma centena de elfantes mortos na Reserva de Niassa

Pelo menos 124 elefantes foram abatidos nos últimos dois anos na Reserva do Niassa, norte de Moçambique, por caçadores furtivos, a maioria dos quais supostamente provenientes da Tanzânia.

A denúncia foi feita por populares do posto administrativo de Matondovela, distrito de Mecula, durante um comício recente orientado pelo Governador da província de Niassa, David Malizane, que teve lugar naquela região.

Segundo os residentes, só este, ano os caçadores furtivos terão abatido 52 elefantes, enquanto no último ano mataram 72.

Com este número, sobe para 124 o total de elefantes abatidos por caçadores furtivos naquela reserva em menos de dois anos, estimam os residentes de Mecula, citados hoje pelo jornal Diário de Moçambique.

Os populares daquela região confirmaram ao governador de Niassa que inúmeras vezes encontraram carcaças de animais na selva.

Fonte: Jornal de Noticias

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Elefantes destroem oitenta lavras no município do Kalai

Oitenta lavras familiares foram destruídas por elefantes no município do Kalai, província do Kuando Kubango, noticia divulgada pelo presidente da União Nacional das Associações de Camponeses de Angola (Unaca).
Segundo o presidente, as lavras destruídas são: milho, massango e massambala, produtos que fazem parte da dieta básica da população local do Kalai, próximo do rio Kubango.
De acordo com o responsável da Unaca, as lavras estão a ser destruídas também por hipopótamos, jacarés e javalis, que têm prejudicado de uma forma incalculável a produção agrícola.
A população solicita o apoio a autoridades locais para o controlo da fauna para impedir que os animais continuem a devastar as culturas, evitando que haja carência alimentar.
Este fenómeno é frequente no Kuando Kubango, sobretudo nos municípios do Dirico, Kalai e Kuangar.
Fonte: Portalangop.co.ao


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Caçadores furtivos abateram 24 elefantes na reserva do Niassa, em Moçambique

Um total de 24 elefantes foram abatidos por caçadores furtivos, na Reserva do Niassa, localizada entre as províncias de Cabo Delgado e Niassa, no norte de Moçambique, durante o primeiro semestre deste ano, informa a agência AIM.

Deputados da Assembleia da República (AR), o parlamento moçambicano, pela bancada da Frelimo no Niassa, norte de Moçambique, estão preocupados com o aumento do número de casos de caça furtiva naquela reserva.

Esta preocupação foi manifestada pelo deputado Augusto Chalamanga, que chefiou a missão dos deputados pelo círculo eleitoral do Niassa.

Segundo Chalamanga, citado pela Rádio Moçambique, estação pública, a Polícia da República de Moçambique (PRM), em Niassa vai brevemente afectar um contingente seu naquela região para pôr cobro a situação.

“As autoridades da Reserva do Niassa nos informaram que no primeiro semestre deste ano foram mortos 24 elefantes por caçadores furtivos. Este número é alarmante e estamos preocupados. Mas a PRM aqui em Niassa nos garantiu que será enviado um contingente à região, para fazer a devida fiscalização e proteger os animais”, referiu.

Acredita-se que a caça furtiva esteja a ser realizada por estrangeiros que entram ilegalmente no território nacional através da fronteira com a Tanzânia.

“Estamos preocupados com o aumento de casos de violação da fronteira com a vizinha Tanzania. A situação é mais gritante na faixa fronteiriça dos distritos de Mavago e Mecula, onde a fronteira se encontra completamente desguarnecida”, disse.

A faixa fronteiriça que liga os distritos de Mecula e Mavago possui acima de trezentos quilómetros de extensão, contemplando a Reserva do Niassa.

Os elefantes têm vindo a ser alvo da acção dos caçadores furtivos por causa dos seus dentes, que tem elevado valor comercial no mercado negro.

O comércio de marfim foi banido no mundo em 1989. Este banimento surgiu do facto de se ter verificado que o abate ilegal de elefantes estava a crescer e que punha em risco a existência desta espécie.

Este ano as autoridades abortaram várias tentativas de contrabando de enormes quantidades de pontas de marfim.

Fonte: África 21 Digital

domingo, 25 de setembro de 2011

Quênia transfere 200 elefantes para reserva

O governo do Quênia está a organizar uma verdadeira operação de guerra para transferir 200 elefantes para uma reserva ambiental.

Autoridades da região de Narok resolveram fazer a mudança por causa dos conflitos crescentes entre os animais e a população.
Com o crescimento do cultivo de trigo na área, o habitat dos elefantes foi reduzido e agora eles são uma ameaça para as plantações. Quando a população sai para buscar água ou alimento, os elefantes acabam destruindo ou ferindo e até matando pessoas. Uma moradora diz que eles estão sempre com medo. Segundo ela, com os elefantes por perto, as crianças às vezes não podem ir para escola e as mulheres não conseguem ir até o rio pegar água.

A autoridade ambiental pela vida selvagem no local disse que a região é a que mais regista problemas entre pessoas e animais. Um elemento da autoridade ambientalista explicou que a operação vai custar mais de 300 mil dólares.
Primeiro, helicópteros vão disparar tranquilizantes contra os elefantes. Em seguida, eles serão transportados em caminhões.
Os elefantes serão levados para a famosa reserva ambiental de Masai Mara, a 150 quilómetros de Narok.

Elefante medicado
Fonte: BBC Brasil

sábado, 24 de setembro de 2011

Doze elefantes abatidos numa semana por caçadores furtivos em Moçambique

Pelo menos 12 elefantes foram abatidos por caçadores furtivos numa semana no Parque Nacional das Quirimbas (PNQ), província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, revelou um comunicado do PNQ divulgado este sábado.

O comunicado assinalou a presença nos distritos de Ancuabe e Meluco de quatro homens, envergando uniformes militares e munidos de metralhadoras do tipo AK-47, que se dedicam ao abate de elefantes.

Segundo refere o Notícias, de Maputo, os indivíduos ameaçam matar qualquer cidadão que se recuse a colaborar com eles nas suas incursões, sobretudo no carregamento dos troféus.

Os responsáveis pelo PNQ mostram-se preocupados com a elevada prevalência abate ilegal de elefantes, e com os sofisticados recursos usados pelos caçadores furtivos, apesar de nos últimos meses terem sido efectuadas várias detenções.

No entanto, assinala o comunicado, "nenhum dos casos remetidos à Procuradoria e Tribunal na Cidade de Pemba relativos ao porte ilegal de armas e abate indiscriminado de elefantes na área do PNQ teve até aqui um desfecho satisfatório'.

O documento avança que depois de extraído por vias fraudulentas, o marfim é transportado num helicóptero cuja proveniência e chapa de matrícula não foi possível apurar, para um destino igualmente desconhecido.

As autoridades já identificaram indivíduos que se presume sejam colaboradores da quadrilha, tendo já sido destacada, para o local do abate, uma equipa de fiscais e agentes da Polícia da República de Moçambique para averiguar as circunstâncias em que se deu o abate dos animais e o transporte dos troféus.

O Parque Nacional das Quirimbas é uma área protegida que ocupa uma extensão territorial aproximada de 7500 quilómetros quadrados.

Fonte: Jornal de Noticias

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Elefante mata uma mulher e sua filha de seis anos no Zimbábue

Um elefante matou uma mulher e sua filha de seis anos na província zimbabuana de Mashonalândia Oeste, informou nesta segunda-feira o jornal estatal The Herald

Alinate Siamavhu, 38 anos, e sua filha Cholletha estavam em mudança quando foram atacadas pelo animal. "O marido ouviu-as pedir ajuda e saiu para ver o que estava passar. Encontrou a sua mulher sobre um charco de sangue, enquanto Cholletha gemia de dor com entranhas expostas".

Com este ataque, já são três as pessoas que morreram no Zimbábue em ataques de elefantes este ano. Em ocorrência disso, a polícia pediu à população local que não provoque a fauna selvagem.

Segundo dados de grupos ambientalistas, no Zimbábue vivem cerca de 35 mil elefantes.

Fonte: Terra Brasil

Mesmo que estas duas pessoas não tenham provocado o elefante, foram elas que sofreram, é por isso que a polícia pede para que a população não incomode os Elefantes.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Zimbábue planeja servir carne de elefante nas prisões do país

Elefantes no parque nacional de Hwange: nos últimos anos, o governo pediu provisões de carne do animal para alimentar soldados. As autoridades penitenciárias do Zimbábue planejam servir carne de elefante para acabar com a fome nas prisões do país. Os mais de 13 mil presos que ocupam as prisões do Zimbábue estão há quatro anos sem comer carne e se alimentam exclusivamente de feijão e repolho.

Por isso, o vice-ministro da Justiça, Obert Gutu, pensou em servir carne de elefante para enriquecer a dieta dos presos.

Em entrevista ao jornal "The Zimbabwe Independent", Gutu afirmou que a carne de elefante pode ser uma opção viável para acabar com a fome nas prisões.

"O Ministério e a Comissão Penitenciária consideram que a carne de elefante pode ser um opção. Existe o consenso de que há uma superpopulação de elefantes no país. Por que não utilizá-los para alimentar os presos?", declarou o vice-ministro da Justiça.

No entanto, grupos ambientalistas manifestaram sua oposição à medida. O director da Força-Tarefa pela Conservação no Zimbábue, Johnny Rodrigues, negou que no país haja uma superpopulação de elefantes e ressaltou que no território só restam 35 mil animais. "O Governo deveria endurecer as leis para proteger estes animais", afirmou Rodrigues ao veículo.

A carne de elefante não é consumida habitualmente no Zimbábue, mas, nos últimos dez anos, o Governo do Robert Mugabe ordenou com frequência a parques nacionais a provisão de carne desses animais e de búfalo para alimentar os soldados em grandes cerimonias, como no aniversário do presidente.

Elefantes de Zimbábue

Fonte: Último Segundo

domingo, 4 de setembro de 2011

Reserva natural de elefantes é invadida por colonos no Zimbábue

Cerca de 70 elefantes estão ameaçados numa reserva natural no sudeste do Zimbábue por colonos que se estabeleceram na região, denunciado por um grupo ecologista Zimbábue Conservation Task Force (ZCTF) (dia 01/09/2011)

Os animais são alvos de armadilhas e perseguições por parte dos colonos em algumas áreas da Chiredzi River Conservancy, um parque natural de gestão privada.

"Esse território é reservado para os elefantes, mas agora foi invadido e os animais não têm outro lugar para ir", disse Johnny Rodrigues, porta-voz da ZCTF. "Para alcançar charcos e lagos, os elefantes têm de atravessar áreas dos colonos nas quais são perseguidos. Os animais estão stressados e alguns exemplares jovens estão desaparecendo", explicou.

Segundo Rodrigues, a reserva sofreu a primeira invasão de colonos há 11 anos, quando o presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, requisitou as terras de proprietários. Até ao momento, os invasores tinham se mantido nas suas áreas de ocupação original, mas agora "estão dirigindo a sua atenção a áreas ocupadas pela flora e fauna", disse o porta-voz do ZCTF.

Os elefantes foram transferidos do Parque Nacional de Gonarezhou para o Chiredzi River Conservancy durante uma forte seca, há cerca de 20 anos. Gonarezhou, que significa "terra de elefantes" na língua nativa shona, também sofreu com a invasão de pastores.

 

Fonte: Último Segundo

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Mais de mil dentes de elefante apreendidos na Tanzânia

A polícia de Zanzibar apreendeu 1041 dentes de elefante, escondidos dentro dos contentores de um navio que tinha como destino a Malásia.
Assim como outros países africanos ricos em vida selvagem, nos últimos anos a Tanzânia tem registado um aumento dos casos de abate ilegal de elefantes e rinocerontes, por causa das suas presas usadas como ornamento ou para fins medicinais.

Duas pessoas foram detidas no porto de Zanzibar, informou o porta-voz da polícia Mohammed Mhina, à agência Reuters. De acordo com a polícia, a maioria dos dentes de elefante traficados em África acaba em países asiáticos.

“Enquanto país com a segunda maior população de elefantes africanos, é de importância vital que a Tanzânia demonstre um bom cumprimento da lei, não só em termos de interdições mas também de investigação, detenção e condenação dos responsáveis pelos crimes”, comentou, em comunicado, Tom Milliken, responsável da organização TRAFFIC, iniciativa conjunta da WWF (Fundo Mundial da Natureza) e da UICN (União Internacional da Conservação da Natureza).

“Esta apreensão representa um mínimo de 500 elefantes mortos. Por isso, é essencial descobrir quem está por detrás destes abates e como é que o marfim conseguiu chegar até aqui”, acrescentou.

Milliken salienta que terão sido abatidos 500 elefantes

Fonte: Público

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Cemitério de elefantes!?

Dizem … que quando um elefante está prestes a morrer, este volta ao local de nascença/infância ainda que tenha que percorrer um logo caminho. Esses animais impressionam os cientistas por parecer dar significado especial à morte. Quando uma manada encontra um esqueleto de um paquiderme, cada um dos membros fica parado diante dele por minutos. Depois tocam nos ossos com sua tromba, acto que os biólogos interpretam como uma homenagem póstuma.

Além disso, quando a morte é de um parente, o elefante demonstra o seu luto “publicamente” seguindo a manada de longe, num passo mais lento.

Quando um elefante envelhecem e não conseguem mais acompanhar o ritmo dos mais jovens, este acaba por perder ou abandonar o grupo. É o momento também no qual os seus dentes ficam muito sensíveis, o que dificulta a alimentar-se normalmente (folhas, cascas de árvores, entre outros) Por isso é comum os mais velhos deslocarem-se para regiões pantanosas, onde há abundância de água e as folhagens são mais macias. Nesses locais, é fácil encontrar uma concentração de esqueletos do maior mamífero da terra. E foi por isso que surgiu a lenda da existência de um santuário ou de um cemitério de elefantes. 

A manada a partir para a sua nova jornada

Um elefantes que ficou para trás ...
Um elefante que parte só!
Elefantes com dificuldade a cumer

Elefantes "Fracos" ...

Elefante e Leão

Vejam o vídeo abaixo ... uma tentativa desesperada de atacar um elefante (um leão e de uma leoa)   mas sem resultado ... pois um elefante africanos o maior animal terrestre do planeta é difícil.


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

ONG exige proteção de elefantes e rinocerontes perseguidos pelo marfim

O Comité Permanente do Convenção Internacional para a Protecção de Espécies Ameaçadas (CITES, na sigla em inglês) iniciou nesta 2ªfeira uma semana de reuniões na qual espera conscientizar os países a adoptarem medidas para diminuir o aumento do comércio ilegal de presas de elefante e chifres de rinoceronte. Actualmente, o Vietname é o maior destinatário de chifres de rinoceronte, graças às propriedades atribuídas para o tratamento de cancro. 

Fonte: tosabendo.com

Elefante e Rinocerontes
Elefantes
Rinocerontes