Elefante

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Apreendidas Presas de Elefante e Objetos em Marfim no Valor de 250 Mil Euros

As autoridades tailandesas anunciaram a apreensão de 69 presas de elefante e quatro objectos em marfim, originárias de Moçambique. O material de 435 kg tem valor total estimado em 250 mil euros.

As presas foram encontradas ontem em um armazém no aeroporto de Suvarnabhumi em Banguecoque, na Tailândia, em duas caixas com destino ao Laos, declaradas como bens pessoais. Mas o diretor-geral do serviço alfandegário Prasong Poontaneat afirmou que o marfim voltaria para a Tailândia.

“Eles declararam que o carregamento era destinado ao Laos para enganar as autoridades alfandegárias, pois as presas voltariam à Tailândia, atravessando a fronteira de novo”, explicou o diretor.

Segundo a agência de notícias tailandesa, a operação de apreensão aconteceu após denúncia da CITES (convenção de 1975 sobre o comércio internacional das espécies de fauna e flora selvagens ameaçadas de extinção) que informou às autoridades que o marfim se seria levado ilegalmente de Moçambique para a Tailândia.

Não houve detenção dos responsáveis, pois tanto destinatário como remetente são desconhecidos, ninguém foi ao aeroporto reclamar a encomenda.

Aeroporto
Desde 1989 o comércio internacional de marfim está proibido pela CITES. Mas a partir de 1997, os países da África austral foram autorizados a proceder a vendas pontuais.

A Ásia, principalmente a China e o Japão, é um dos maiores mercados do planeta para as vendas de marfim. A Tailândia posiciona-se como um local de passagem do tráfico internacional.

Elefante tem habilidades de garçom

Um elefante chamado 'Game' tem mostrado habilidade de garçom num vinhedo na zona rural de Hua Hin, na Tailândia. Usa a sua tromba para segurar a garrafa de vinho e servir aos visitantes.

Game o Elefante


domingo, 17 de julho de 2011

Animais selvagens levam sete dias para devorar carcaça de elefante

Um elefante macho adulto foi sacrificado por um veterinário, após indivíduos ter extraído os dentes do animal (marfim), deixando-o gravemente ferido.

Uma equipa de cientistas realizou um documentário, com o intuito de descobrir o que acontece a um elefante quando morre no seu habitat natural. Utilizaram esse elefante para a experiência.

Para simular uma morte natural e atrair alguns animais para se alimentam da carcaça, os cientistas projectaram sons de leões atacando um elefante. Em seguida, eles filmaram os acontecimentos de um centro de observação camuflado na mata.

Eles capturaram vídeos de abutres, hienas, leopardos e insectos que trabalharam dia e noite sobre a carcaça. A filmagem também revelou desequilíbrios inesperados e preocupantes na cadeia alimentar. Segundo os cientistas, o número de urubus no Quênia está em declínio.

Cientistas estimam que um elefante morto tenha cerca de 6 milhões de calorias em seu corpo, energia suficiente para manter um homem saciado por mais de oito anos. Mas no Parque Nacional Tsavo, no Quênia, animais selvagens levaram apenas sete dias para reduzir uma carcaça de elefante a nada mais que uma pilha de ossos.

As cenas foram gravadas para um documentário britânico que investigava o que acontecia quando um elefante morre em seu habitat natural. 

sábado, 16 de julho de 2011

Elefantes ajudam na Biodiversidade.

Um estudo de cientistas americanos afirma que áreas destruídas por elefantes abrigam mais espécies de anfíbios e répteis do que aquelas que ficam intocadas, o que faz dos paquidermes verdadeiros “Engenheiros ecológicos”.

Os cientistas encontraram 18 espécies de animais em locais completamente destruidos pelos elefantes, enquanto as áreas intactas tinham apenas 8. As descobertas foram publicadas na revista African Journal of Ecology.

O cientista Bruce Schulte, da Universidade Western Kentucky (EUA), diz que:

“Os Elefantes, junto de algumas espécies de animais, são considerados engenheiros ecológicos, porque as suas actividades modificam o habitat de uma maneira que afecta muitas espécies”.
“Eles fazem de tudo, desde cavar com as suas patas dianteiras, puxar grama e derrubar grandes árvores. Assim, realmente mudam a paisagem.”

O cientista afirma que o sistema digestivo dos elefantes, por não processar muito bem todas as sementes que eles comem, também ajuda na modificação do habitat.

“Como as fezes são também um óptimo fertilizante, os elefantes são capazes de rejuvenescer a paisagem ao transportar sementes para diferentes lugares”.

A equipa da Universidade Georgia Southern (EUA), realizou um estudo entre Agosto de 2007 e Fevereiro de 2008 no rancho Ndarakwai, uma área de 4,3 mil hectares no nordeste da Tanzânia.

Os cientistas identificaram áreas com grandes, médios e baixos danos causados por elefantes. Ao buscar amostras de espécies, os cientistas encontraram “uma tendência de maior riqueza em áreas com danos causados por elefantes do que na vegetação florestal.”

“As crateras e destroços de madeira formados por árvores quebradas e arrancadas pela raiz (aumentaram) o número de refúgios contra predadores”.

Os cientistas afirmam ainda que os locais também favoreceram insectos, que se tornaram uma importante fonte de comida para anfíbios e répteis.

Schulte afirma que a descoberta traz implicações para estratégias de manutenção do habitat e da vida selvagem.


sexta-feira, 15 de julho de 2011

Elefantes mal tratados e explorados na Tailândia?!

Em 1989, milhares de elefantes deixaram de ser explorados em plantações, após a proibição da poda de árvores na Tailândia. No entanto, as autoridades encontraram uma nova forma de exploração desses animais.

Num centro em Lampang, no norte da Tailândia, centenas de elefantes são obrigadas a pintar telas em espectáculos para turistas, como também a jogos de futebol, a formar uma orquestra (tocam vários instrumentos como tambores e xilofones), e ainda a andar em cordas bambas.

Vejam o tratador a controlar a tromba do elefante
Elefante a tocar xilofone
Elefante a andar na corda bamba
Grupos de defesa dos animais, garantem que estes animais são submetidos a torturas para que aprendam habilidades que não são próprias de sua natureza. Os responsáveis do centro tailandês, negam que existam maus-tratos. “Eles são ensinados de uma forma natural, não são forçados a realizar nenhuma actividade, embora eu não possa dizer o mesmo de outros centros na Tailândia”, alegou Vicky, relações públicas do Instituto Nacional de Elefantes de Lampang.

O Centro de Conservação de Elefantes de Lampang tem cerca de 90 elefantes, dos quais 50 trabalham nos espectáculos para turistas, 12 recebem tratamento no hospital por (acidentes em minas, intoxicação, problemas intestinais e infecções) e o restante desempenha "outras tarefas”.

Basta saber se é mesmo assim ... se estes animais divertem-se a fazer o que anteriormente foi referido ou se o fazem porque são obrigados.

Amor de mãe

Os elefantes podem ter um grande porte, mas sabem criar as crias como qualquer animal selvagem, não pelo facto de serem grandes, que podem "magoar" a sua cria, pelo contrário, os elefantes usam a sua tromba para acariciar os suas crias, não conseguem abraça-las como os humanos, mas a sua tromba fá-lo de uma forma linda e extraordinária. A sua tomba tanto é forte como conseguem sentir um pequeno toque.

Os elefantes proteguem as suas cria, como uma "leoa ferós", podem ser muito perigosos, tenham cuidado ... mas acima de tudo são uns animais maravilhosos. 

Elefante a abraçar a sua cria
O vídeo abaixo, mostra uma fêmea Elefante a salvar a sua cria que nasceu quaise morta. Este video pode ser um pouco repulsivo, mas mostra a determinação de uma mãe a salvar a sua cria com "unhas e dentes". Apesar de ser "bruta", fez de tudo para salvar a sua amada cria.



Peço desculpa pelo vídeo, foi com o intuito de demonstrar aquilo que queria transmitir.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Elefantes atacam culturas e deixam a população em desespero


Os habitantes de uma aldeia, no município de Mavinga (Angola), estão a abandonar a localidade devido aos constantes ataques de elefantes que devastam as suas culturas.

O administrador municipal, diz que, face à situação, muitas pessoas estão a procurar segurança e subsistência nos municípios de Rivungo e Dirico, localidades vizinhas à Zâmbia e Namíbia. A população que ficou na aldeia está a atravessar uma situação de pobreza alimentar, porque os elefantes devastaram todas as culturas, deixando-a sem meios de sobrevivência.

Mateus Cirilo considerou que tem sido uma grande luta pela sobrevivência entre homens e animais selvagens, com realce para os elefantes que mais prejuízos causam à população.

“Não sabemos como combater este mal, mas tem de se encontrar uma solução. A situação não pode continuar assim”, disse.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Elefantes Pigmeu


Elefantes Pigmeu
Outras designações:
Elefante do Bornéu ou Elefante do Sabah.

Distribuição:
Estes elefantes são uma subespécie do elefante asiático, existe apenas na ilha de Bornéu, estes animais, vivem no extremo Norte da ilha, território pertencente à província de Sabah, na Malásia.

Alimentação:
Estes elefantes alimentam-se principalmente de ervas, folhas de árvore, bagas e frutos silvestres.

Estado de conservação:
Os elefantes asiáticos em geral estão em perigo, esta
subespécie não consta ainda na avaliada individualmente. O elefante pigmeu do Bornéu, pela zona onde habita, nunca tinha sido estudado em profundidade. Estão a decorrer estudos para saber exactamente quantos animais existem e quais os riscos que correm devido a factores que aquela zona do Bornéu está a sofrer, a caça clandestina, ou lesões graves provocadas por armadilhas colocadas para outros animais.

No entanto, as autoridades malaias concordaram em não deixar abater as árvores em redor do rios e em deixar corredores florestais nas zonas onde estes animais se encontram, para não isolar grupos, e ainda em proteger esta espécie dos caçadores clandestinos. 

Não se sabe exactamente quantos destes pequenos elefantes existem, os números mais pessimistas apontam para 600, os mais optimistas para 2000.

Reprodução:
Os elefantes asiáticos, quer os machos quer as fêmeas, atingem a maturidade sexual por volta dos 14 anos.
O tempo de gestação varia entre os 18 e os 22 meses, os quais nasce apenas uma cria.

Tamanho:
Os elefantes adultos podem atingir um comprimento de 4,00 m e uma altura de 2,20 m, e em adultos podem pesar perto 3000 kg.

Longevidade:
Estes elefantes têm uma esperança de vida que ronda os 60 anos.


Reino: Animalia
Filo:
Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem:
Proboscidea
Família:
Elephantidae
Género:
Elephas
Espécie:
E. maximus
Subespécie:
E. m. borneensis

Nome científico:
Elephas maximus borneensis.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Malásia resgatou dois elefantes anões

Em Setembro no ano passado a Malásia resgatou dois elefantes anões de uma subespécie da ilha do Borneo que se perderam numa área de plantações.

"Estamos a tratar de encontrar um local adequado para os dois elefantes e provavelmente serão transportados para a reserva florestal de Ulu Segama, na costa oeste na província de Sabah", revelou o director do departamento para a natureza de Sabah, Laurentius Ambu.

Os dois elefantes (machos), foram capturados por uma equipa de guardas florestais dirigidos pelo veterinário Sen Natham depois de terem seguido o rasto dos animais durante uma semana.

Elefante anão

Elefantes são atropelado por um comboio na Índia

No ano passado, pelo menos sete elefantes morreram, incluindo dois filhotes, e outro ficou ferido, depois de serem atropelados por um comboio de carga que seguia a alta velocidade, enquanto cruzavam uma via férrea, perto da localidade de Binnaguri, no distrito de Jalpaiguri.

O grupo de elefantes dirigia-se para a  floresta de Diana desde a florestal Maraghat, mas dois filhotes ficaram presos nas vias. Outros integrantes do grupo foram tentar resgatar os jovens animais, mas o comboio atingiu e matou cinco elefantes, deixando outros três feridos. Dois não resistiram e morreram.

Um dos sete Elefantes atropelados
Após o acidente, outros 25 elefantes ocuparam a via férrea, fazendo com que a circulação fosse paralisada durante quase uma hora.

Atropelamentos de elefantes por comboios, são relativamente comuns nesta região, pois a linha férrea interrompe o percurso que os paquidermes costumam seguir, segundo um dos guardas florestais que estiveram no local.

De acordo com o governo, a Índia tem quase 28 mil elefantes selvagens, sendo que a maioria deles vive no sul e nordeste do país.